A Páscoa nos lembra um fato central da fé: Jesus Cristo morreu e ressuscitou.
Isso significa que a morte e o mal não têm a última palavra.
Mas isso não muda automaticamente a nossa realidade.
Continuamos enfrentando dificuldades, injustiças, problemas na família, no trabalho e na sociedade.
E entre essas injustiças está uma que grita aos nossos olhos:
a especulação imobiliária que expulsa os pobres, encarece a vida e transforma moradia — que é direito — em mercadoria para lucro.
Famílias são empurradas para longe, comunidades são desfeitas, enquanto poucos acumulam.
Diante disso, a Ressurreição não nos deixa neutros.
A diferença é outra: quem crê na Ressurreição não desiste da vida, nem se conforma com o que está errado.
A Páscoa é um chamado concreto:
rever atitudes,
abandonar o que faz mal,
agir com mais honestidade,
cuidar mais das pessoas,
e não colaborar com sistemas que geram exclusão e injustiça.
Não é um sentimento passageiro.
É decisão de viver melhor, mesmo em meio às dificuldades.
Cristo vive.
E isso nos responsabiliza: viver com mais verdade, mais fé e mais compromisso com a vida — especialmente defendendo a dignidade de quem mais sofre.
Feliz Páscoa.
Tio top demais, feliz Páscoa que Deus abençoe senhor
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