sábado, 28 de agosto de 2010

POLÍTICA E PRÁTICA DE JESUS

POLÍTICA E PRÁTICA DE JESUS


Em ano eleitoral vale a pena pensar em Jesus como um político cuja ação leva em conta a totalidade do ser humano. Há ainda hoje resistências em falar da dimensão político-prática de Jesus. Fala-se que a missão de Jesus foi religiosa, espiritual e que também Jesus veio despolitizar o “messianismo”. Falar da dimensão “política” de Jesus é falar de toda dimensão humana do homem.

A prática política envolve a totalidade da existência humana. A política é um ato de amor, Pio XII diz “a política é a dimensão essencial da caridade”, quer dizer que a Política não é ação de um grupo partidário, ela é o ato pelo qual cresce a comunidade, pelo qual se dá a presença de Deus no mundo. Política é a ação do sujeito coletivo que constrói a aliança, ela é um termo médio, mas significativo para entender a totalidade do mistério de Jesus, sua prática, reações à engrenagem social de seu tempo, conhecer a prática política de Jesus é conhecer a originalidade de sua relação com Deus e com os homens. E conhecer o mistério da pessoa de Jesus é conhecer como Jesus praticou o Amor, prática deixada como testamento para seus seguidores.

A ação política de Jesus tem como base dois pilares: competitivo e pedagógico.
No competitivo é evidente sua prática contra escribas, fariseus, herodianos, etc. Na base pedagógica, Jesus leva sua audiência de uma concentração sobre necessidades básicas para um sentido mais profundo na relação com a natureza, em relações éticas e no sentido da existência humana e do universo.
O conceito de “Prática” (práxis) tem um sentido mais profundo do que o sentido de ação, prática compreende o sujeito coletivo, implica em organicidade, implica em um fim visado. A prática de um sujeito sempre se orienta por uma teoria, uma ideologia e visa a transformação de relações sociais. O sentido total da prática de Jesus aparece em suas ações. Vejamos três níveis da sociedade de Jesus e sua ação.
O primeiro nível é o econômico profundamente relacionado ao TEMPLO. O Templo representava o centro do sistema econômico. O símbolo religioso se tornou meio de fazer riqueza. Circulava pelo templo todo sistema econômico. O templo reunia as bases das contradições judaicas, assim a originalidade da prática de Jesus, irá se definir pela sua posição em relação aquilo que foi para a existência comum. Para todos os Judeus o templo era o lugar, a casa do Pai. Em Jesus o templo é lugar de Deus e não de comercialização (Mt 23,16-22). Jesus se apresenta como substituto do templo, ele vai suprimir o VELHO SISTEMA.

No nível político a ação de Jesus é clara: os pobres. A prática de Jesus retoma o ideal profético. Para Jesus os pobres serão saciados, possuirão a terra, verão a Deus. A realização das promessas de Jesus é sinal da vinda do Reino de Deus. A palavra de Jesus em favor dos pobres é um ponto que fere o SISTEMA, que se fixou em torno do Templo.
O terceiro ponto básico da sociedade de Jesus é a Lei, falamos então do nível ideológico. A Lei se tornou a legitimação do sistema, que se construiu ao redor do Templo. Quanto mais o poder romano se enfraquecia, tanto mais procuravam assegurar o poder, daí a lei do sistema do “puro” e do “impuro”. A Lei se tornou um sistema de opressão (Mc 7,1; Mt 23, 16). E Jesus quer a libertação do homem, desse sistema, por isso sua práxis indica o sentido e núcleo da Lei: o AMOR. Jesus veio para livrar o povo de uma alienação, da separação da consciência e prática à qual o povo era submetido.

Em oposição à estrutura social no tempo de Jesus, nos níveis econômico, político e ideológico está o FILHO DO HOMEM. A palavra de Jesus sobre o Filho do Homem é o centro de sua ideologia (Mc 10,45; 14, 62) e mostra, sua identidade messiânica e o futuro de sua missão. O filho do homem é o homem novo, o homem por excelência.

O homem novo será o centro do mundo novo, isto é: o Reino de Deus. Jesus é o homem significativo, nele se revela o projeto que Deus tem para o homem e para o mundo e se revela o sentido que o homem tem para Deus.
Daí, em ano eleitoral, indagarmos:

1. Quem é POLÍTICO?

2. O que é ser POLÍTICO?

3. A Prática e Política de Jesus auxiliam e sugerem um modelo “POLÌTICO” hoje?







J. A. Galiani

Educação: Caminho para a Mobilização Social

Educação: Caminho para a Mobilização Social


Uma sociedade instruída pressupõe a capacidade de aprendizagem contínua. Educar para a cidadania global é procurar desenvolver a compreensão de que o indivíduo é parte de um todo, um microcosmo dentro de um macrocosmo, parte integrante de uma sociedade. Isso pressupõe uma nova filosofia de vida que exige compreensão da globalidade em que estamos inseridos.

Viver em um mundo globalizado já não é futuro, faz parte de nosso cotidiano, ou seja, as mudanças ocorridas na sociedade implicam em ações para a transformação social. O mundo é dinâmico, independentemente de desejarmos ou não, a evolução ocorre, trazendo a tecnologia, que exige da humanidade não só mudanças na maneira de pensar, mas também na de agir e interagir.

Há muito tempo, a escola deixou de ser um espaço somente para o desenvolvimento cognitivo daqueles que a frequentam, hoje essa instituição deve ser encarada também como um ambiente fundamental para ampliação das relações sociais. Assim, igualdade e diferença devem conviver em harmonia nessa instituição, pois todos, sem exceção, têm o direito à Educação. E, para isso acontecer, precisamos estar preparados para reconhecer e valorizar as diferenças, sem negá-las nem discriminá-las.

Fazer parte dos novos tempos, enquanto professor, não depende apenas de equipamentos de última geração (computadores, lousa eletrônica ...) que permitem uma imensa interação, mas, sobretudo uma revisão da metodologia para alcançar o objetivo e cumprir uma das exigências do nosso século. Interação, integração parecem ser palavras de ordem nas instituições educacionais, entretanto, enquanto o aluno for relegado a um papel receptor, menos diferença a tecnologia fará no aprendizado.

A informática é uma ferramenta que permite compartilhar conhecimento, estimulando o raciocínio e as atividades de pesquisa, propicia a interação, a inclusão de superdotados e portadores de necessidades especiais, para isso é necessário que o profissional domine a ferramenta, tenha boa vontade, receba orientações dos especialistas e seja apoiado pelos gestores da escola, pois oferecer educação de qualidade significa fazer adaptações físicas e pedagógicas, a fim de que ocorra a aprendizagem. Aluno com dificuldade é o desafio do professor, pois faz com que aprendamos mais. Uma escola aberta às diferenças é o desafio deste século: uma escola na qual o princípio da inclusão seja o leme a orientar sua organização.

Sabe-se que para a instituição escolar, seja ela pública ou privada, oferecer a inclusão com foco na aprendizagem, ela precisa promover sua autonomia, ou seja, ter a capacidade de decidir sobre suas ações, atendendo às prioridades dos alunos que fazem parte da educação inclusiva. Uma escola autônoma tem liberdade com responsabilidade, quando se permite julgar pelos seus atos, os quais têm consequências diretamente proporcionais à parcela da sociedade a quem está vinculada.

Uma educação de qualidade é aquela que se manifesta além dos muros da escola, atendendo às necessidades de cada indivíduo.

Enfim, para obter bons resultados com classes multisseriadas, é imprescindível superar os pontos fracos e praticar ativamente os pontos positivos.


“É necessário acreditar que, diferentes, somos todos. Limitados somos sempre em relação a alguma coisa ou a alguém! Misteriosos somos todos, porque insondáveis, inconclusivos e surpreendentes somos como seres humanos.’’    (Gaio, 2006, p.173)


Texto de Fatima Lopes Acar Macedo, mestra em Ciências Sociais, especialista em Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica. Email:profatimacar@hotmail.com

Boa leitura!
JORNAL VIRTUAL - Ano 8 - Nº 180 -27/08/2010

O homem é microcosmo, é SER FRONTEIRA, é de ORIGEM DIVINA.

INQUIETAÇÕES!



O ser humano é um risco. Falar do homem é participar de seu mistério. Os predicados utilizados para definir o homem, o descreve em relação ao outro. O homem é microcosmo, é SER FRONTEIRA, é de ORIGEM DIVINA. A humanidade está “em” e “com” Deus, ela é “de” Deus e “para” Deus.

O ser humano está voltado para o futuro que é de uma só vez, evento e decisão para o homem. E como o futuro tem como objeto ‘o que ainda não é’, tem em vista um risco. Risco de querer ser humano. O risco pessoal, de cada ser humano faz parte da grande história da humanidade, que é constantemente contrariada pelo mistério do mal. O risco a que está submetido o homem o coloca em tensão para a plenitude, isto questiona sua atuação política e a vida de toda a comunidade humana.

A fidelidade à felicidade e ao bem deveria forçá-lo a assumir a luta contra o mal e criar condições de vida humana para todos, mas infelizmente a lógica do poder e da dominação leva os homens a dominar e manipular, a serem agressivos.

A fidelidade às exigências do amor e da justiça, é assim ameaçada pela injustiça e pelo mal. A comunidade humana deve perseverar na busca do bem ou o mal predominará; é uma opção a ser vivida com fidelidade, até que todos se tornem sujeitos de libertação.

Numa humanidade que deve ser libertada e se tornar libertadora é necessário que cada grupo assuma sua responsabilidade na história e tentem fazer o que os outros não conseguiram fazer, e isto será possível se o desejo do bem comum se tornar para cada um, fonte de inspiração e doação, contrariar está aspiração é a origem de lutas e discórdias, promover o processo de humanização é uma tarefa da qual ninguém pode fugir, e este é o risco permanente do homem.

J. A. GALIANI

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

faltam líderes brasileiros que pensem em capital humano

Para Giannetti, faltam líderes brasileiros que pensem em capital humano


Economista acredita que País escolhe prioridade errada ao optar por capital físico

21 de agosto de 2010  /   16h 49    /    Larissa Linder - Estadão.edu

Ao escolher investir pesado em infra-estrutura, deixando de lado a questão de investimento em educação, o governo brasileiro estaria acreditando em um modelo de desenvolvimento que não é sustentável a longo prazo. A opinião é do economista Eduardo Giannetti, que participou neste sábado do II Encontro Educação SER, no Hotel Intercontinental. Sua palestra tinha como tema “Educação, Futuro e Sociedade: perspectivas inovadoras que transformam pessoas”.

"Lembro que o Geisel falava que o Brasil era uma ilha de prosperidade em um mar de turbulência. Às vezes tenho pesadelos em que o Lula fala a mesma coisa", disse o economista, rindo. "O que ocorre é que essa ilha, se não investir em educação e capital humano de forma geral, pode virar um ponto de turbulência em um mar de prosperidade. O Brasil está em um ótimo momento, mas tem de fazer a escolha certa para que o futuro seja próspero também."

Para Giannetti, o governo deixa a educação em segundo plano, dando preferência para investimentos em, por exemplo, estradas. "Tem até o PAC, o programa de abuso da credibilidade", disse rindo novamente. Para o economista, faltam nas propostas de campanha atuais questões que envolvam esse investimento em capital humano. Ele lembrou que, segundo o TSE, apenas 53% do eleitorado brasileiro completou o Ensino Fundamental.

Um bom primerio passo para o País começar a investir nesse capital seria, de acordo com o economista, ter um programa de creches e pré-escolas abrangente e de qualidade. "Protegendo a criança e dando estrutura para ela crescer é um bom começo", afirmou o professor ao Estadão.edu, logo após a palestra. Ele citou que no Estado de São Paulo, apenas 3% dos alunos têm família que o acompanha, cobra, demonstra interesse nos seus estudos.

Na entrevista, Giannetti afirmou ainda que considera o Enem um bom termômetro, mas defende que o exame deveria ir além, funcionando como um pré-requisito para o aluno se formar no Ensimo Médio; dessa maneira ela não seria só um medidor ou um teste para se entrar na faculdade.

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,para-giannetti-faltam-lideres-brasileiros-que-pensem-em-capital-humano,598367,0.htm  (acesso 23/08/10)

domingo, 22 de agosto de 2010

Educação, Futuro e Sociedade - Perspectivas inovadoras que transformam pessoas.

Nos dias 20, 21 e 22 de agosto, esse final de semana participei do II ENCONTRO DE EDUCAÇÃO SER - Abril Educação no HOTEL TRANSAMÉRICA - SP.









Com o tema EDUCAÇÃO, FUTURO E SOCIEDADE - Perspectivas inovadoras que transformam pessoas; o encontro transcorreu com o acento na educação de qualidade, para isso a base da reflexão foi de que a educação deve garantir aos alunos o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias à vida social, ao ingresso no mercado de trabalho e à atuação crítica, objetivando o futuro. O encontro foi idealizado para fornecer uma mostra dessa concepção, para tal as palestras foram proferidas por renomados profissionais da comunicação, tecnologia, administração, liderança, ética, entre outros assuntos relacionados ao cotidiano escolar.

Participei desse encontro representando o Colégio Mary Ward com o objetivo de conhecer o Sistema de Ensino Ser que tem o seguinte posicionamento: "Nós, do Sistema de Ensino SER, acreditamos que toda instituição de ensino que visa à excelência precisa de investimento, tecnologia, ferramentas de apoio ao corpo docente e uma gestão dinâmica. Assim, estamos empenhados em oferecer às escolas parceiras subsídios que focalizam quatro pilares: alunos, pais, professores e gestores".







  



Vejam os temas e palestras: (DESEJARIA transcrever toda a palestra, mas...LEIA recortes sugestivos para pensar sobre o tema)

PALESTRA
- Heródoto Barbeiro (Jornalista da CBN / TV CULTURA)
Tema: COMUNICAÇÃO E REPUTAÇÃO DA ESCOLA:
1. Comunicação e importância na constituição da marca.
2.Reputação e coerência das mensagens institucionais.
3. Comunicação e redes sociais.
4. Como construir um relacionamento duradouro com os stakeholders.



"A marca tem relação com a sustentabilidade é preciso a visão planetária para a defesa da marca"
"A marca é identidade da escola. Tudo o que ocorre afeta a marca... é ela que precisa ser construida e defendida".


PALESTRA:
-Eduardo Gianetti (Economista - professor do IBMEC São Paulo)
Tema: PERSPECTIVAS DA ECONOMIA BRASILEIRA E O CENÁRIO EDUCACIONAL:
1. Capital humano e desenvolvimento econômico;
2. Economia brasileira: onde estamos e para onde vamos?
3. Os desafios e oportunidade na Educação.

leia recortes da palestra:

"a Educação é a responsável pela civilização de um país "
" Capital Humano - CAPITAL é o resultado do investimento, tendo em vista o retorno"
" O mais valioso entre todos os capitais é aquele investido no ser humano"
" as palavras no Brasil valem mais que as ações e por vezes a substituem"
" é preciso gestar uma educação que faça o aluno pensar por conta própria e não repetir o que aprendeu..."
" para um educador é melhor o aluno errar pensando que acertar reproduzindo..."

PALESTRA:
- Laurentino Gomes (Jornalista, autor do livro 1808 - membro da Academia Paranaense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo)
Tema: O BRASIL VISTO PELA LENTE DA HISTÓRIA

"... as pessoas fazem História, mas elas nem sempre se dão conta do que estão fazendo..."





PALESTRA:
- Ana Ralston (Diretora de Tecnologia de Educação e Formação de Educadores da Abril Educação)
- Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida (Doutora em Educação)
Tema: Tecnologia Educacional.
1. Articulação entre prática do gestor, as teorias educacionais e o uso das TICs no cotidiano da escola, incluindo a getão escolar.
2. Formação na ação, voltado para a realidade da escola, as especificidades da atuação do gestor.
3. Desenvolver competências no interior da escola para que se apropriem da metodologia da formação e desenvolvam a autonomia para dar continiuidade à formação.
4. consonância com os princípios, contéudos, clientela, caracterizando-se pelo tratamento específico de questões relacionadas com as demandas de capacitação de gestores para o uso das TICs nas atividades de gestão escolar e no cotidiano da escola.

PALESTRA:
- Mario Sérgio Cortella (Filósofo)
Tema: Qual é a tua obra? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética (título de um livro seu - eu já li, vale a pena ler)
1. Em busca de sentido: tripalium x poiesis
2. "Lembra-te que és smortal"
3. Gestão pessoal, gestão vital.
4. Liderança: vitalizar constantemente.
5. Fundamental é chegar ao essencial.
6. Ética: a nossa casa e a pessoa inteira.

O Mario Sérgio Cortella iniciou com a música metamorfose ambulante memorando Raul Seixas (+21/08/1989) e "dasafiou a platéia a sair da "mesma praça, do mesmo banco, do mesmo jardim..."

"Educação lida com profundidade, razidade é domesticação"

" a função do professor é ENSINAR... "ensignar" do Latim significa DEIXAR ALGO GRAVADO, DEIXAR MARCA EM ALGUÉM....."

"os ausentes não tem razão..." referiu-se ao lançamento de seu livro no dia 24/08 na livraria Cultura na av. Paulista. Livro: "Política para não ser idiota"

"... educar é BIÓPSIA e não AUTÓPSIA..."

"Qual é tua obra?" foi a pergunta constante... seguinda da lembrança "Você vai morrer".

"Somos INUTEIS, FUTEIS e VAZIOS? Qual é tua obra?..."

"Se você não existisse que falta faria?"

fez referência a uma Igreja de S. Francisco em Portugal, na capela dos ossos está escrito "... nós ossos que cá estamos esperamos os vossos.." e insistia "Qual é a tua obra?"

Disse que quando foi secretário na gestão Erundina na prefeitura de São Paulo preocupou-se com os cemitérios da capital e pensou num projeto de cremação dos mortos.... "a Erundina foi inteligente... disse que não pegaria bem....os crematórios seriam financiados pela CAIXA e, ele criou o slogam da campanha...´vem prá caixinha você também..."

fez referência ao livro do Apocalipse 3, 15-16 "os inuteis, futeis e vazios serão vomitados por Deus"

Terminou de forma brilhante com o epitáfio de Mario Quintana "EU NÃO ESTIVE AQUI!"


Minha impressão sobre esse encontro foi a melhor possível, pois a Abril Educação vem construindo um Sistema a partir da realidade das escolas parceiras. O movimento de construção pela Abril e pelas Escolas é evidente no material didático oferecido bem como na assessoria disponibilizada pelo Sistema de Ensino SER.










sexta-feira, 20 de agosto de 2010

CATÓLICOS debatem com os CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

Na próxima segunda-feira (23), pela primeira vez católicos


promovem debate televisivo com presidenciáveis





O encontro acontece no auditório da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo, no dia 23/8, às 22h

As emissoras de televisão de inspiração católica, TV Canção Nova e a Rede Aparecida, promovem o primeiro debate com temas pertinentes à Igreja Católica como aborto, uso de células tronco embrionárias e utilização de símbolos religiosos em locais públicos. O debate acontece no dia 23/8, às 22h, no auditório da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo, e será transmitido ao vivo para todo o Brasil através da TV Canção Nova, Rede Aparecida, entre outras emissoras ligadas à Igreja. O público estimado é de 100 milhões de pessoas. Brasileiros residentes em outros países poderão assistir no portal da Canção Nova (www.cancaonova.com) e por meio das emissoras da TVCN no exterior.

“Nossa intenção é dar oportunidade ao telespectador de conhecer melhor cada candidato, suas ideias e soluções para nossa sociedade não apenas no âmbito católico, mas em relação a todas as demandas da sociedade”, analisa Ana Paula Guimarães, superintendente da TV Canção Nova.

Para o jornalista José Maria Mayrink, do jornal O Estado de São Paulo, que será um dos debatedores, o programa irá chegar até a população dos lugares mais distantes do interior do país e irá proporcionar que esses brasileiros acompanhem com muita atenção um debate de alto nível. “A Igreja sempre teve um papel importante na moralização da política nacional. O exemplo mais recente foi o empenho para que fosse aprovada a lei da Ficha Limpa. Este debate é mais um serviço prestado à sociedade”, avalia Mayrink.

Outro debatedor, o jornalista Martin Andrada, editor-chefe do telejornal Século News, da TV Século XXI, acredita que a Igreja, suas comunidades e pastorais estão engajadas para contribuir com a democracia e o desenvolvimento do país. “Historicamente a CNBB sempre teve participação ativa na política brasileira e cada vez mais os católicos estão interessados em refletir e contribuir com os rumos do país. Essa iniciativa da TV Canção Nova e da Rede Aparecida corrobora a ideia de que o católico tem interesse na reflexão e no conteúdo”, afirma Andrada.

Para Raphael Leal, jornalista e missionário da Canção Nova, o debate fornecerá mais dados que irão auxiliar os católicos na escolha do candidato. “Desde que recebi o convite, comecei a me perguntar o que o povo católico e cristão gostaria de perguntar? Comecei a questionar alguns amigos para melhor representar esses questionamentos no debate. Assim, o católico terá a oportunidade de comparar os candidatos e tomar a melhor decisão”, analisa.

O debate

O programa, que tem duração de duas horas, está estruturado em quatro blocos: o primeiro, com perguntas feitas pelo mediador a partir de temas sorteados ao vivo. O segundo terá perguntas de três jornalistas convidados pela coordenação do programa sobre temas de livre escolha. No terceiro, as perguntas serão feitas por representantes de pastorais e movimentos da Igreja Católica, ligados à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que estarão na plateia. No quarto e último bloco, os candidatos respondem mais uma vez a perguntas feitas pelo mediador sobre qualquer tema sorteado ao vivo e participam do quadro “Como você resolverá o problema?”, que consiste na exposição da solução para determinado problema sugerido pelo mediador. O programa termina com as considerações finais de cada candidato.

A cada pergunta, o candidato terá entre 1 minuto e 1 minuto e meio para resposta. Nos blocos 2 e 3, cada resposta será comentada por outro candidato sorteado. Haverá réplica de 1 minuto para o candidato que respondeu e tréplica de 1 minuto para o candidato que comentou.

Todo o conteúdo do programa será transmitido também via internet e nas rádios dos dois grupos de comunicação, além de outras emissoras católicas interessadas em retransmitir a programação.


Serviço
Programa “Debate com Presidenciáveis” – TV Canção Nova e Rede Aparecida
Data: 23/8 – Segunda-feira
Horário: a partir das 22h
Local: Faculdade Santa Marcelina

Sintonize TV

A TV Canção Nova possui ainda 350 retransmissoras. Seu sinal atinge todo o território nacional por parabólica, além de TV por assinatura e operadoras de TV a cabo. Além da TV o debate pode ser assistido nas emissoras TV Século 21, TV Milícia Imaculada, TV 3º Milênio e TV Novo Horizonte. Na internet o programa poderá ser acompanhado em tempo real pelo portal http://tv.cancaonova.com

A Rede Aparecida Presente em 158 Municípios, 17 Estados, 13 Capitais. NET : Campos Goytacazes RJ – Canal 16 / Goiânia GO – Canal 05 / Presidente Prudente SP – Canal 29 / Santo Anastácio SP – Canal 17 / São João da Boa Vista SP – Canal 05 / Votorantin SP – Canal 12 / TVA Rio de Janeiro RJ – Canal 166 via MMDS UHF / São Paulo SP – Canal 166 via CABO / Cobertura Via Satélite: Telefônica DTH canal 231 (Para Assinantes) / Sinal Analógico: SATÉLITE: Star One C2 / FREQUÊNCIA: Banda C 4030 MHz ou Banda L 1120 MHz /POLARIZAÇÃO: HORIZONTAL / Sinal Digital: SATÉLITE: BRASILSAT B4 / FREQUÊNCIA: Banda C 4070 MHz / POLARIZAÇÃO: VERTICAL – Symbol Rate 2966 - FEC 3/4

Sintonize rádio
Rádio Canção Nova

Sudeste: Radio Canção Nova AM 1020 – Cachoeira Paulista – SP; Rádio Canção Nova – AM 930 – Bauru – SP; Rádio Canção Nova do Grande Vale –AM 1250 – São José dos Campos – SP; Rádio Canção Nova da Divina Providencia – AM 1090 – Paulínia – SP; Rádio Canção Nova do Coração de Maria –AM 810 – São José do Rio Preto – SP; Rádio América – AM 1410 – São Paulo – SP; Rádio Canção Nova do Espírito Santo – AM 1060 – Rio de Janeiro – RJ; Rádio Canção Nova do Santíssimo Salvador – AM 1020 – Campo dos Goytacazes – RJ; Rádio Canção Nova 96,3 FM / Nordeste: Rádio Canção Nova – AM 1480 – Gravatá – PE; Rádio Canção Nova – AM 1210 – Vitória da Conquista – BA; Rádio Rural – AM 1090–Natal – RN; Rádio Canção Nova São José – AM 1160 – Itabuna-Ba / Sul: Rádio Canção Nova AM 660 – Vacaria – RS; Rádio Canção Nova Nossa Senhora da Luz – AM 1370 – Curitiba – PR; Rádio Canção Nova Esperança – AM 670 – Nova Esperança – PR / Norte: Rádio Canção Nova do Coração de Jesus –AM 690 – Palmas – TO; Centro Oeste: Rádio Difusora Bom Jesus de Cuiabá- AM 630 – Cuiabá – MT; Rádio Canção Nova FM 89,1 – Brasília – DF; Rádio Ativa 1180 AM – Campo Grande – MS


Rádio Aparecida: 90,9 FM / 820 AM

Mais informações:
Assessoria de imprensa da Comunidade Canção Nova

Ex-Libris Comunicação Integrada (11) 3266-6088

Célia Moreno celiabmoreno@libris.com.br ramal 208 / (11) 8932-8880

Fernanda Mira fernanda@libris.com.br ramal 209 / (11) 8229-2660

IBGE saiba responder qual sua religião

Sou católico, apostólico, romano  - Padre Cido Pereira

Pode parecer preciosismo, preocupação desnecessária, mas não é. Quando o agente do censo do IBGE bater em nossa porta e nos perguntar sobre nossa religião é preciso ser claro e dizer todos os adjetivos da mesma para que não fiquem dúvidas.
Nossa Igreja não é apenas “católica”. Ela é católica, apostólica, romana.
É “católica” isto é universal. Este é o sentido da palavra católica: universal. Está presente em todo o mundo. Ela anuncia a salvação da humanidade realizada por Jesus Cristo a toda a humanidade. Alguém traduziu o adjetivo “católica” de nossa Igreja por “universal” e criou uma nova Igreja. Nós permanecemos com este título bonito de “católica”. Ele nos distingue, marca nossa identidade.
Nossa Igreja é “apostólica”. Eis aqui outro adjetivo fundamental. Nossa amada Igreja nasceu da pregação dos apóstolos. Emociona-nos saber que Pedro, no dia de Pentecostes, iluminado pelo Espírito Santo, fez o primeiro anúncio de Jesus Cristo na Jerusalém lotada de visitantes de vários pontos do mundo conhecido. E ali nasceu a Igreja, com três mil pessoas aceitando Jesus Cristo. E após Pentecostes os apóstolos correram mundo proclamando que Deus amou o mundo em seu Filho morto e ressuscitado.

Enfim, nossa Igreja é “romana”. Sim, porque Jesus nasceu quando os “césares” romanos dominavam o mundo, quando Roma era a capital do mundo, razão – quem sabe? – porque Pedro se estabeleceu nela para que de lá os evangelizadores saíssem pelo mundo afora para anunciar Jesus Cristo e seu Evangelho. Nossa Igreja é romana porque em Roma estão os túmulos de Pedro e Paulo. Pedro, a quem Jesus colocou como “fundamento” de sua Igreja. Paulo, que entendeu que o Evangelho deveria chegar a todos os cantos do mundo. Em Roma está o sucessor de Pedro, sinal de nossa unidade.
Por isso, irmão, irmã de fé, neste tempo em que o Brasil faz o censo de sua população, sejamos bem claros ao responder sobre nossa religião: “Sou católico, apostólico, romano”.
http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/noticias/2010/noticias_100816_catolico.htm

Site que mostra a situação dos candidatos na justiça.

Recebi um e-mail de uma amiga, Claudete e estou repassando o site para consulta, vale a pena conhecer e saber quem são e a situação dos condidatos nas eleições 2010. Visite o site e veja quantas novidades sobre os candidatos.


Abreijos,


http://divulgacand2010.tse.jus.br/divulgacand2010/jsp/framesetPrincipal.jsp

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Crianças podem aprender com a 'máquina de socialização' chamada TV

Entrevista com Aldo Pontes, doutor em Educação pela USP - Luciana Alvarez
As crianças costumam passar horas e horas assistindo à TV. Com a mediação correta e constante de um adulto, esse hábito, considerado ruim por muitos educadores, pode até ajudar na educação, diz o professor Aldo Pontes.

A TV pode ser uma influência positiva na educação?

Com certeza, mas para isso é preciso haver a mediação de um adulto que as auxilie a refletir sobre o que veem, que as mostre outras formas de socialização, que as instigue a vivenciar diversas representações de mundo. Caso contrário, as crianças acabam limitadas ao mundo editado na tela. Não é à toa que se fala em um processo de globalização da infância.

A TV tem se mostrado uma influência positiva na educação?

Se considerarmos apenas a dinâmica do meio em si, não. Sobretudo na limitada programação infantil da TV aberta. Desde os anos 80, quando a indústria cultural começou a conceber o público infantil como consumidor, uma infinidade de programas e produtos passou a ser veiculada para as crianças. Mudaram os formatos, mas o interesse mercantil continua sendo prioridade. Algumas iniciativas louváveis existem, como a programação infantil da TV Cultura, mas não é a regra.

Há uma idade ideal para começar a expor as crianças à TV?

Não sei se uma idade resolveria o problema. Nem tudo que está na programação deve ser consumido pelas crianças, sobretudo as muito pequenas. Mas não é proibindo ou ridicularizando a programação que se contribui para uma relação mais saudável delas com a televisão.

O que os pais devem fazer?

O primeiro passo é dedicar mais tempo para conhecer a programação que seus filhos veem. É preciso entender que a TV é uma referência constitutiva das infâncias contemporâneas. Muitas crianças, por passarem a maior parte do tempo sozinhas ou não terem muito contato com outras crianças, aprendem a ser criança vendo TV. Deve-se mediar a relação delas com essa poderosa máquina de socialização.

Como um pai pode mediar essa relação?

Ele tem de auxiliar a criança a ver a realidade mostrada na TV de outras formas. Por exemplo, relacionar os bichos mostrados em um programa com uma visita ao zoológico ou com imagens de um livro, da internet. Outra ideia é ensinar a criança a suspeitar do que vê, a verificar a informação em outros lugares.

A escola também pode ter esse papel?

A escola precisa se tornar mais atrativa em um mundo de múltiplas possibilidades de interação. Uma prática docente bem planejada, rica em interações comunicativas, pode ser significativa.

PARA ENTENDER
Colégio ignora televisão

Na tese A Educação das Infâncias na Sociedade Midiática: Desafios para a Prática Docente, orientada por Heloisa Penteado, Pontes conclui que as crianças chegam à escola alfabetizadas pelas mídias, mas muitos professores ignoram tal influência.

Fonte: O Estado de S. Paulo (SP)

http://www.todospelaeducacao.com.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/9876/criancas-podem-aprender-com-a-maquina-de-socializacao-chamada-tv

sábado, 14 de agosto de 2010

22 de agosto dia do FOLCLORE

Em 1846 o arqueólogo inglês William J. Thoms sugeriu a palavra folk-lore para designar o saber popular. No Brasil o dia desse saber popular foi instituído para o dia 22 de agosto.
Folclore é o estudo dos costumes e das tradições de um povo. A palavra folclore vem do inglês: folk que quer dizer ‘ povo ‘ e lore ‘estudo/conhecimento’. O folclore abrange lendas, danças, crendices, músicas, jogos, provérbios, adivinhações, poesias e outras manifestações da cultura popular, que são basicamente transmitidas de forma oral. O grande folclorista brasileiro, Luís da Câmara Cascudo, a firma que as tradições, os costumes e as crenças são a alma do povo. Por isso são importantes devem ser difundidos e valorizados.

Nosso país é um dos mais ricos do mundo uma vez que a cultura indígena, africana e européia estão no sangue de nossa gente.


VOCÊ CONHECE ALGUMA MANIFESTAÇÃO FOLCLÓRICA BRASILEIRA?