quarta-feira, 9 de março de 2011

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2011

Em 2011 os Cristãos tem na Quaresma um tempo de METANÓIA.


A Campanha da Fraternidade com o Tema “Fraternidade e Vida no Planeta” faz um desafio frente ao Lema “a criação geme em dores de parto”. Cristãos uni-vos! Cristãos divulgai a Campanha da Fraternidade!



Faço um recorte do folheto da missa nessa quarta feira de cinzas, no momento da oração dos fiéis aparece o seguinte texto, para oração e que o tomo como proposta de reflexão e ação. Na verdade esse recorte apresenta os principais temas que fazem o PLANETA GEMER e que clamam por uma ação concreta, conclamam a humanidade a um METANÓIA.



Assim diz o texto:
1. Que toda espécie de vida nesse planeta seja preservada e defendida

2. Que a consciência ambiental enfrente o grave problema do aquecimento global,

3. Que nossa mudança de mentalidade e atitudes redescubra a beleza da Criação como obra divina,

4. Que cesse a ação devastadora dos desmatamentos e das queimadas,

5. Que haja diminuição do consumo, sobretudo do excessivo e do supérfluo,

6. Que o imperativo do lucro seja substituído pela ética do cuidado,

7. Que a ampla mobilização em busca de alternativas supere os problemas gerados pelo aquecimento global,

8. Que a humanidade caminhe por uma via menos ambiciosa e destrutiva, mais inclusiva, harmoniosa e saudável,

9. Que a Páscoa da Ressurreição nos leve à vitória sobre a morte,

10. Que a vitória de Cristo se expanda em todas as dimensões da vida!



Esses 10 aspectos da Campanha da Fraternidade apareceram no jornal de missa POVO DE DEUS EM SÃO PAULO - Quarta Feira de Cinzas 09/03/11 – Arquidiocese de São Paulo. http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/




segunda-feira, 7 de março de 2011

Aos meus colegas educadores

OLHAR TÉCNICO E OLHAR SENSÍVEL do Pedagogo



O olhar técnico deve ser fruto e entendido, sob o prisma da seguinte epigrafe: “A experiência sem o conceito é cega e o conceito sem a experiência é vazio.” (G. Bachelard),


O pedagogo deve acima de tudo ser um homem da experiência, porém sua experiência não é fruto do acaso, senão uma iniciativa fundada em conhecimentos construídos ao longo da história, que de tempos em tempos exigem re-elaborações frente às novas necessidades surgidas através dos novos tempos.

Esse olhar técnico passa pelas novas tecnologias, novos equipamentos mas, sobretudo, pela atualização e capacitação profissional. O olhar técnico prioriza o capital humano do pedagogo e o próprio pedagogo é agente ativo em todo processo de sua ação. Pelo olhar técnico o pedagogo exercita sua capacidade de ver o invisível e, desenvolve atitudes espontâneas e criativas.

O olhar técnico é imprescindível para o olhar sensível. Veja o que diz Kant: "Nós não vemos as coisas como elas são, porém, como nós somos." (I. Kant)

O olhar que lançamos sobre a Educação é tão delicado quanto aquele que lançamos sobre o educando, isto porque olhamos como nós somos. Se somos parte de todo processo educativo seremos capazes de ver o processo ensino aprendizagem não como um fim, mas como caminho a ser percorrido e em todo caminho há tropeços, desafios, frustrações que não enquadram desistência da caminhada, mas significam, pelo olhar técnico, motivações constantes de pesquisa, atualização e criação de novas estratégias, metodologias e reconstrução do saber, do saber fazer e do saber ser. O olhar sensível vê o invisível da estrutura organizacional da educação e a estrutura inelegível que trás o educando.

Olhar técnico e sensível na educação valoriza o capital humano, seja do pedagogo seja do educado. O capital humano está na diversidade, na criatividade, na possibilidade infinita do aperfeiçoamento, na criação de vínculos, no diálogo, na intuição e no pressentimento, na sensibilidade, nas competências e capacidades individuais, na necessidade humana de pertencer a um grupo e de sentir-se útil, nas crenças e nos valores, entre outros aspectos encontrados nos seres humanos. Quanto mais saudáveis a estrutura educacional, o pedagogo e todos os envolvidos no processo ensino aprendizagem, mais saudáveis serão os olhares, técnico e sensível, capazes de criar, produzir e retro-alimentar-se.

Muitas vezes, olhamos para algo sem vê-lo de fato.
É preciso olhar o mundo como se fosse a primeira vez.

A VONTADE DE DEUS NOSSA FELICIDADE

A VONTADE DE DEUS NOSSA FELICIDADE
“Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38).

Todos nós sabemos onde está escrita esta Palavra de Vida. Sabemos também quem foi que disse esta Palavra: Maria, a mãe de Jesus. Sabemos ainda a quem Maria respondeu com esta frase: ao mensageiro de Deus, ao Arcanjo S.Gabriel.

Chiara Lubich diz: Como fez com Maria, Deus quer revelar também a nós tudo o que Ele projetou para cada um. Ele nos diz: “Você quer que eu faça de você e de sua vida uma obra-prima? Siga o caminho que estou lhe mostrando, e você se tornará o que você sempre foi e é no meu coração. Pois desde toda a eternidade eu o concebi e amei, pronunciei o seu nome. Quando lhe digo a minha vontade, estou lhe revelando seu verdadeiro eu”.

De fato, a vontade Dele não é uma imposição que nos oprime, mas a manifestação do seu amor por nós. A vontade de Deus é um fio de ouro, uma trama divina que tece toda a nossa vida terrena e a eterna; vai desde a eternidade até a eternidade – primeiro, na mente de Deus; depois, nesta terra e, enfim, no Paraíso.

Mas, para que o desígnio de Deus possa se cumprir plenamente, Deus pede a minha e a tua adesão, como a pediu a Maria. Só assim é possível que a palavra que Ele pronunciou para mim e para você se realize. Portanto, também nós somos chamados a dizer, como Maria:

“Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra”.

SUGESTÕES PARA VIVER ESTA PALAVRA

1ª. SEMANA: Pensar: O Que Deus Quer De Mim?
É verdade, que a vontade Dele nem sempre é clara para nós. Como Maria, também nós teremos de pedir a luz para entender o que Deus quer. Por isso, demos atenção àquela voz dentro de nós, que nos diz: Faça isto agora! Não faça aquilo! Perguntemo-nos: Será que este programa que estou assistindo na TV ou no computador está de acordo com aquilo que Deus quer de mim? Amo a todos e sempre? Como trato meus irmã(o)s, meus pais, avós, professores, colegas?

2ª. SEMANA: Saber Perder Nossos Projetos:
Tendo entendido que a vontade de Deus é o que de maior e de mais bonito pode existir na vida, não vamos nos resignar a “ter de fazer” a vontade de Deus, mas vamos nos alegrar por “podermos fazer” a Sua vontade e seguirmos seu projeto, de modo que o que Ele imaginou para nós se realize. É a melhor coisa que podemos fazer, a mais inteligente. Temos todos pequenos vícios e apegos. Devemos ter coragem de lutar contra nossos defeitos sabendo que estes vícios não nós ajudam a sermos felizes.

3ª. SEMANA: Seja Feita!
Diante de cada vontade de Deus, seja ela dolorosa, alegre ou indiferente, podemos repetir: “Aconteça-me segundo a tua palavra” ou, como Jesus ensinou no pai-nosso: “Seja feita a tua vontade”. Digamos isso antes de cada ação nossa: “Aconteça”, “seja feita”. E estaremos compondo, momento após momento, pedrinha após pedrinha, o mosaico maravilhoso, único e irrepetível, da nossa vida, que o Senhor desde sempre imaginou para cada um de nós.

4ª. SEMANA: Ser Pontual!
Os grandes mestres da vida espiritual foram tão pontuais, que interromperam às vezes uma frase no meio de um texto que estavam escrevendo no momento que perceberam que Deus os chamou para uma outra tarefa. É preciso escutar bem a sua voz em nosso íntimo, com toda a sinceridade, aconselhando-nos, se necessário for, com alguém que nos ajude. Porém, uma vez compreendida a sua vontade, queremos dar-lhe imediatamente o nosso sim. Procuremos saber perder nossos planos e trabalhos começados, quando Deus nos chama através dos nossos pais, avós, professores.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Pena de morte ou assassinato da inocência Kenny e Betty Anne Waters tiveram uma infância

Pena de morte ou assassinato da inocência

Kenny e Betty Anne Waters tiveram uma infância dura e difícil. Pai ausente, mãe problemática, dificuldades várias. Isso os fez ficarem mais unidos do que nunca, em uma aliança que significava para os dois a sobrevivência psicológica. A ponto de quem os conhecia em sua pequena cidade do estado de Massachussets, Estados Unidos, dizer nunca haver visto dois irmãos que se gostassem tanto e fossem tão companheiros.

Ao mesmo tempo nunca se viu dois irmãos tão diferentes. Enquanto Betty Anne era a estátua da responsabilidade e do bom comportamento, Kenny era impossível. Travesso em criança, insubordinado quando adolescente e jovem, continuou com um perfil transgressor, protegido pela irmã que sempre lhe encobria e resolvia as trapalhadas em que se metia.

Casaram-se ambos e tiveram filhos. O casamento de Kenny não deu certo e isso o fez voltar a uma vida boemia. Quando a solidão batia forte, ia procurar a irmã que sempre o acolhia de braços abertos. Um dia uma senhora que habitava a cidade foi barbaramente assassinada . Kenny foi acusado. Sem recursos para contratar um bom advogado, foi condenado por unanimidade a prisão perpétua. O caso parecia encerrado. Seu tipo sanguíneo era o mesmo que aparecia nas provas do crime misturado ao da vítima. Todos acreditavam que era culpado.

Todos, menos Betty Anne, sua irmã, que estudou Direito e formou-se para poder provar a inocência do irmão. Kenny já estava preso há 16 anos quando aconteceu a descoberta do DNA, que revolucionou o mundo jurídico. Filas de pessoas presas injustamente por crimes não cometidos batiam às portas dos advogados a fim de fazer os testes e comprovar sua inocência.

Encontrando toda sorte de obstáculos à sua frente, Betty Anne investigou os arquivos em custódia para rever as provas, pediu a reabertura do processo. Feitos os testes nas amostras colhidas, comprovou-se a inocência de Kenny, que foi libertado após longos vinte anos de reclusão injusta. Seis meses depois morria de uma queda, ao subir em um parapeito de janela. O casamento de Betty Anne desfez-se, pois o marido não suportava sua dedicação de tempo integral no encalço da comprovação da inocência do irmão. Seus dois filhos decidiram morar com o pai pelo mesmo motivo.

À filha de Kenny, que ele ficou impedido de ver por vinte anos, a mulher forte e destemida que era Betty Anne Waters disse, após comunicar a libertação do pai: “Se o estado de Massachussets tivesse pena de morte em sua legislação, hoje seu pai estaria morto.” Kenny escapou da pena da pena capital que lhe ceifaria a vida inocente pelo acaso feliz de haver nascido em Massachussets e não no Texas ou outro estado qualquer que tenha a pena de morte em sua legislação.

No dia 2 de maio de 1960, Caryl Chessman – conhecido como o “bandido da luz vermelha”- não teve a mesma sorte. Afirmando e reafirmando até o fim sua inocência, Chessman – que estudou direito para fazer sua própria defesa - esgotou seus recursos de apelação à Suprema Corte morreu na camara de gás do presídio de San Quentin, Califórnia. O mundo inteiro se comoveu, houve intercessões de todas as partes, até do Papa, pedindo clemência para o condenado. Caryl Chessman, que provavelmente era inocente, foi executado.

Aí repousa o centro da reflexão sobre a justiça retributiva e a pena de morte. Todo aquele ou aquela que comete um crime ou viola a lei deve, sim, ser extraído do convívio da sociedade a fim de poder refletir, ser rehabilitado e reintegrado à mesma sociedade que feriu com sua transgressão. No entanto, o que vemos, mesmo em países desenvolvidos? Cárceres que são na verdade fábricas de criminosos e não escolas de rehabilitação. Homens e mulheres inocentes - em geral pobres e sem recursos – que inflam a população carcerária e pagam por crimes que não cometeram.

Toda essa situação se torna mais degradante e terrível em níveis exponenciais se aí entra a pena de morte. Quem tem o direito de condenar outro ser humano à morte? Nas mãos de quem está o juízo sobre o fim da vida cuja origem foi dom gracioso e inefável do Criador?

A partir da acessibilidade dos testes por DNA mais de 240 pessoas puderam ser libertadas depois de passarem amargos anos na cadeia sendo inocentes. Apesar de haverem perdido os melhores anos de suas vidas, puderam talvez desfrutar ainda de algum tempo em liberdade, junto a seus seres queridos. E os que foram executados? Quem lhes devolverá a vida que perderam injustamente? Tomara que o exemplo de Betty Anne Waters possa inspirar a outros e outras a não poupar esforços a fim de que a inocência não seja penalizada e a vida humana ceifada injustamente.

Autor: Maria Clara Bingemer
http://www.amaivos.com.br/

Cordel, para quem gosta de ler e não de ver o BIG BROTHER BRASIL

Queridos amigos,
Segue um poema de Cordel, para quem gosta de ler e não de ver o BIG BROTHER BRASIL

Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA,residente em Salvador.



Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.


GOSTOU? Então visite os links abaixo e leia o poema de Cordel inteiro!
Pastoral Fé e Política
Paróquia São João Batista
Setor Carrão/Vila Formosa
Região Episcopal Belém

http://www.pastoralfp.com/

http://pastoralfp.blogspot.com/

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Redução da Idade Penal

Antes de falar sobre a redução da idade penal, gostaria de perguntar: o sistema penal atual tem sido solução para a diminuição ou intimidação da violência?
A mentalidade mediana da burguesia que luta e grita por todos os cantos do Brasil pela aprovação da redução penal, como que se isso fosse a solução do abandono a que são submetidas nossos jovens de 18 a 21 anos e principalmente os menores, o grito da burguesia é um grito hipócrita que não percebe nos porões de suas “mansões” os escombros de uma sociedade corrompida, mesquinha e incapaz de dialogar, de criar estruturas sociais justas e igualitárias.
A questão a ser debatida não é a redução penal, nem a pena de morte, mas deve ser: QUE CONDIÇÕES SÃO OFERECIDAS À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE PARA QUE POSSAM SE DESENVOLVER DE FORMA INTEGRAL, TORNANDO-SE SUJEITAS DE SUA HISTÓRIA E PROTAGONISTAS DE HORIZONTES NOVOS DE VIDA E FELICIDADE PARA SI E PARA ESSE (SEU) MUNDO?
A redução penal não resolve o problema da violência causada pelos menores, nem mesmo será uma possibilidade de reeducar o jovem infrator. A sociedade não pode reduzir um ato infrator a um cárcere motivador. É preciso ter a coragem de dizer que o sistema carcerário nesse país não re-educa, nem re-integra à sociedade; por isso, a redução penal é tema secundário no combate à violência e criminalidade.
O tema primário é: COMO GARANTIR OS DIREITOS BÁSICOS ÀS CRIANÇAS E ADOLESCENTES PARA QUE ANTES DE ATINGIREM A IDADE PENAL, ANTES E DEPOIS, POSSAM SER CONSTRUTORES DA SOCIEDADE E NÃO TRANPOLIM PARA UMA FALSA SEGURANÇA PÚBLICA, PARA UMA SOCIEDADE PURA/PURITANA ONDE UNS SE CONSIDERAM MELHOR QUE OUTROS.

Chega de farisaísmo, é preciso, reconhecer que o problema está na injusta distribuição de renda, na desproporcional atenção que as camadas sociais de periferia tem no que diz respeito à cultura, saneamento básico, moradia digna, saúde e acima de tudo ao acesso à escola. D. Helder Câmara, antes de morrer, disse em uma palestra: “ quando dou um pão a quem tem fome, dizem é um santo! Quando pergunto por que há gente passando fome dizem é comunista. Essa mesma sociedade deve perguntar: POR QUE HÁ NECESSIDADE DE TIRAR DO OUTRO (ROUBAR) O QUE LHE PERTENCE? PORQUE CIRANÇAS EMPUNHAM ARMAS? PORQUE JOVENS SE ENTREGAM ÀS DROGAS, TRÁFICO E VIOLÊNCIA?

Nós e o tempo

A TRANSFORMAÇÃO DE NOSSA RELAÇÃO COM O TEMPO
A relação do homem com o tempo, na idade média e moderna, foi uma relação RACIONAL, o tempo era planejado e nele se realizavam os projetos.

O tempo era visto como o espaço de realização dos projetos e ações pré-elaboradas. Com a crise do racionalismo, da modernidade e o surgimento de novos desafios, o tempo deixou de ser lugar pensado e passa a ser o espaço único do passado, presente e futuro em que tudo, ao mesmo instante, acontece. Assim os novos meios de informação ocupam o lugar da razão e transformam a relação do homem com o tempo num espaço de realização, antes mesmo de uma projeção, do que se quer. A relação com o tempo não é mais uma relação com o CRONOS, mas, sobretudo, uma relação da PRÁXIS sem distinguir entre tempo de trabalho ou de lazer.

Somos pessoas e pessoas erram

COMO EVITAR ERROS?


Somos pessoas e pessoas erram, porém podemos evitar o erro. Como evitar o erro? Pelo CONHECIMENTO. Buscar o conhecimento é apropriar-se da CERTEZA e da ação CORRETA. A ciência é construída pelo nosso fazer e agir, mas também o inverso é verdadeiro.

É preciso conhecer para fazer, para praticar. É preciso CONHECER a Legislação!!!! Saber COMPETÊNCIAS e LIMITES legais, científicos e técnicos. Assumir personalidade profissional. Atenção, certeza, segurança e cautela são CONDIÇÕES ESSENCIAIS para EVITAR OS ERROS.

Em caso de dúvida não agir. Responder antes: O quê? Por quê? Para quê? Como?

Aquilo que não nos mata, nos fortalece(Friedrich Nietzsche. Filósofo alemão do século XIX)

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Retiro de professores e funcionários do Sistema de Ensino Mary Ward

Nesse final de semana participei de um retiro em Itapecerica da Serra- SP, foi orientado pelo colega Canísio Mayer... o ponto central foi Isaías 43, 1-7 "Eu te chamo pelo nome, tu és meu...eu te amo...."

Leia o texto de Isaías e curta tão grande amor de Deus por você!

Abreijos,

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O MORRO DO ALEMÃO É AQUI! Onde? Em São Paulo.

O MORRO DO ALEMÃO É AQUI! Onde? Em São Paulo.
Já por algumas madrugadas observo que o movimento num determinado lugar de meu bairro é intenso, maior que o movimento à luz do sol. Ao passar de carro pela rua onde esse movimento é intenso faltam entrar dentro do carro para oferecer drogas, ou cair de tão dopados que estão!
Por algumas madrugadas acordei com um intenso SOM! Através do 190 o SOM foi interrompido, mas o problema não solucionado. Curiosamente quando a viatura da polícia se aproxima se ouve em bom e alto tom “olhaaaaa oooo leeeeeeeeite”. Imediatamente a rua fica deserta! A viatura da polícia estaciona e o SOM é desligado.
Madrugadas dessas acordei com o intenso calor e da janela de casa via pedestres, carros, motos, bicicletas e skatistas, como que num formigueiro se aproximando e, moços pela rua estendiam a mão e trocavam alguma coisa. O quê? O morro do alemão é aqui!
Pela décima vez em um mês o 190 foi informado solicitando patrulhamento.O policial que atendeu foi gentil, porém passou a fazer perguntas. Porque queria mais tempo para poder tomar as providências, ou por entender que a informação que eu passava não tinha valor de ocorrência policial na madrugada. Informei-o que na rua .... há muito tempo há indícios de um ponto de trafico de drogas e que naquele momento o movimento era intenso. O policial me advertiu dizendo que eu fazia uma acusação e eu disse que não, era uma informação e que como cidadão solicitava um policiamento, porém o mesmo exigia que eu identificasse as pessoas pelas características físicas, roupas que vestiam etc. Tendo afirmado que isso era impossível devido o local em que me encontrava, ele afirmou que minha acusação era grave e, que se eu não sabia quem e onde escondiam as drogas eu não poderia fazer tal acusação, meu pedido não poderia ser atendido. Retruquei dizendo que minha função era de denunciar e pedir patrulhamento e não a de investigar e fazer acusação. O Policial inclusive disse “como o senhor sabe que estão passando droga?” Respondi que é evidente, que durante 24h o movimento acontece para todos verem, só não vê quem precisa ver: a polícia; que ao se aproximar é anunciada com o grito “olha o leite” e que há outro grito “leiteiro” usado como senha para algo que está ou irá acontecer.
Já acordei na madrugada e ao observar o MORRO DO ALEMÃO, que é aqui em SP, e por coincidência a polícia se aproximava eles gritaram “olha o leite”. Não foi fácil convencer o Policial a fazer a ocorrência, o mesmo só atendeu ao meu pedido, depois que ele forçou numa pergunta e numa resposta: sim eles estão fazendo algazarra na rua, daí ele cedeu e disse que uma viatura faria o patrulhamento no local que denunciei. Fiquei na espreita, não demorou para perceber que vinha uma viatura da policia, luzes vermelhas piscando; batata o grito ecoou “olha o leite” imediatamente todos desapareceram, inclusive esconderam-se entre uma caçamba de lixo e o muro das casas e a viatura policial passou como passam os gatos por sobre os telhados!



Socorro o morro do alemão é aqui!