BLOG DO PROFESSOR GALIANI Filosofia, teologia, pedagogia, e tantas "ias" que fazem o dia-a-dia.... "Aflictis lentae, celeres gaudentibus horae"
segunda-feira, 27 de maio de 2013
abaixo a mídia que diz que temos que falar outra língua com os turistas na copa do mundo
Quando viajamos para outro país temos que falar a língua daquele país, agora que receberemos a Copa temos que falar a língua deles? Não sou viajado, porém na Espanha e na Itália ou falava espanhol, ou italiano ou passava fome, agora a mídia no Brasil desfaz de nossa língua e chama a todos de ignorantes. Saber sua própria língua e quantas mais forem possíveis é muito bom, mas dizer que não somos bons porque não sabemos a língua dos turistas isso é demais....
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Segunda Feira depois de PENTECOSTES!
Segunda feira depois de PENTECOSTES!
Os tempos que vivo o hoje lançam
desafios insondáveis! No acompanhamento do processo ensino-aprendizagem de
crianças, adolescentes, jovens e adultos do 9º ano do Ensino Fundamental, do
Ensino Médio e Ensino Técnico de Análises Clínicas, Radiologia, Enfermagem vejo
que somos tragados a todo instante por situações desconcertantes, hora pelas
conquistas, hora pelos percalços nascidos pela falta de estudo e descompromisso
de alunos e pais. Seria possível outra realidade escolar e familiar?
Na celebração de Pentecostes e
orações comunitárias tive a oportunidade de realimentar meu espírito e ver que
é possível uma nova estrutura escolar e familiar.
Recebi dois recortes de papel. No
primeiro as poucas palavras diziam do DOM DO CONSELHO: “É o dom de orientar e
ajudar a quem precisa. Ele permite dialogar fraternalmente, em família e
comunidade, acolhendo o diferente que vive em nosso meio. Este dom capacita a
animar os desanimados, a fazer sorrir os que sofrem, a unir os separados...” e,
na minha oração partilhada refleti exatamente os desafios vividos nos
atendimentos pedagógicos e educacionais; como há pessoas “separadas”, separadas
delas mesmas; é como se fossem duas pessoas ou mais, não há centralidade, não
há coerência, não há integridade vivem como se não houvesse o amanhã, o ontem e
o hoje. Senti o Espírito Santo de Deus, recebido no Pentecostes a me desafiar,
a ser o conselheiro, não porque sou mais, ou melhor, mas porque a mim foi dado à
oportunidade de ser a liga, ser a cola, ser o elo. E, como se não bastasse, no
final da oração recebi o recorte com o DOM DA FORTALEZA, que veio solidificar a
oração, a partilha e o desejo de fazer o que pela Fé professo: “A FORTALEZA é o
dom de tornar as pessoas fortes, corajosas para enfrentar as dificuldades da fé
e da vida. Ajudar aos jovens a ter esperança no futuro, aos pais assumirem com
alegria seus deveres, às lideranças a perseverarem na conquista de uma
sociedade mais fraterna”.
JA Galiani
20/05/13
domingo, 12 de maio de 2013
Mãe eu te amo! Feliz dia das mães!
Minha mãe!
Com minha
aprendi
vivi
sorri
sofri
pedi
vi
Com minha mãe ...
Mãe ..... O que dizer para aquela que me amou e ama
incondicionalmente?
Não há palavras e presentes que pagam o que você é para
mim!
Mãe, te dizer feliz dia das mães é muito pouco, mas é o
pouco que sou diante do tudo que você é!
Eu não sei te amar,
Eu não sei te entender,
Eu não sei te ouvir,
Eu não sei te compreender,
Eu não sei e não sou nada diante do tudo que você é!
Seria bom ser como você,
Se meu coração fosse você,
Mas não!
Sou o que sou
Filho distante,
Filho teimoso,
Filho grosso,
Filho incompreensível,
Filho seu, do amor seu, do seu amor
Amor que não sou capaz de amar,
Que não sou capaz de dar
Obrigado, por me amar!
Obrigado, por me perdoar!
domingo, 31 de março de 2013
FELIZ PÁSCOA!
FELIZ PÁSCOA!
Os desejos de uma feliz Páscoa são muito mais que
sentimentos de paz, de bem, de prosperidade, de amizade e de felicidades. Na
noite de hoje desejar Feliz Páscoa é antes de tudo dizer em que acreditamos,
dizer qual nosso projeto de vida, dizer o que somos, dizer o que fazemos e o
que pela vida testemunhamos.
Meus votos de Feliz Páscoa nascem da oração suscitada nas
liturgias pascais que passo a expressar e desejar a você:
1.
Na missa do Santo Crisma pela homilia de D.
Edmar (Região Episcopal Belém – quarta feira à noite) e de D. Odilo (Cardeal
Arcebispo de São Paulo – quinta feira pela manhã) fomos desafiados a compreender
nossa pequenez e passemos a rezar uns pelos outros e que nossa oração diária
seja o sustento de nossa caminhada;
2.
Não falte em nossa vida a Eucaristia, pão
descido do céu para dar vida ao mundo; a Eucaristia não é um troféu, mas é
alimento da vida, por isso faça dela seu alimento diário;
3. Na quinta feira a noite, na Homilia do Pe.
Renato, o fruto da eucaristia é o serviço, é a caridade; sejamos homens e
mulheres do amor, não um amor qualquer, mas do amor de Deus por nós. Primeiro
porque somos o povo escolhido e jamais esquecido pelo nosso Deus, segundo
porque recebemos de nossos pais e antepassados uma aliança, uma aliança eterna
entre Deus e nós; vivamos um amor partilha, onde o que temos seja o suficiente,
sem excesso de bens e sobra para o desperdício. Que a eucaristia nos
proporcione viver em ação de graças por tudo o que temos e somos;
4.
Sexta feira Santa, pela homilia do Pe. Renato
rezei: quão grande é nosso Deus! Que amor profundo tem Jesus por nós; na dor e
sofrimento, mesmo que sintamos a ausência de Deus – “porque me abandonaste”
disse Jesus na cruz, confiemos e nas
mãos d’Ele entreguemos nossa vida.
5.
Noite Santa que irrompe das trevas a luz. Vive
Jesus! Vive a luz! Viva Jesus! Viva a Luz! Se cremos na ressurreição, diz Pe.
Renato, porque a tristeza, porque a depressão, porque o desânimo, porque não
ver que o maior dos obstáculos já vencemos, a morte não tem mais poder sobre
nós!
Isso é o que vos desejo na Páscoa do Senhor! Que vivamos
intensamente a vida que Ele nos doou, de maneira que busquemos sempre ser e
fazer como Ele nos ensinou e não sintamos medo diante do “nada” que nos ameaça,
que nos abala que nos assusta, que nos mata! Para o nada temos o TUDO e, o tudo
nos fortalece e nos impulsiona para vivermos tal qual Ele viveu e, nas quedas
uma certeza: há alguém rezando por nós; Cristo se dá no pão para nosso alimento
diário; a caridade nos impulsiona a acolher, servir e repartir nossa vida e o
que temos; o amor de Deus por nós é enorme, imensurável e incondicional que
ressuscita seu Filho para nossa Salvação.
“Porque procurais entre os mortos, aquele que está vivo?”
sexta-feira, 29 de março de 2013
Feliz pelo meu aniversário!
Dia 26 de março, dia de meu aniversário. São 50 anos de uma
história de vida e uma vida de histórias. Não há como não lembrar a luta e
sacrifícios de meus pais para me criar e criar meus irmãos Antonio Carlos, Luiz
Antonio e Eliana. Meu pai funileiro,
trabalhador, homem rude e no contexto que vivia e condições financeiras,
sociais, econômicas e afetivas de sua época fez o pode. A ele minha gratidão.!
Mãe. Que singeleza! Seu afeto e amor incondicional me fez o
homem que sou hoje, a ela toda minha adoração e amor. Sei o quanto a fiz sofrer
por escolhas que fiz e faço em minha vida. De minha mãe aprendi o amor a Deus e
à Igreja, dela e de sua luta aprendi jamais desistir. Trabalhadora, grande
costureira, que de 24 horas de seu suor nos sustentava.
Minha mãe além de
costureira foi pintora, pedreira, cultivadora de uma horta e quantas e quantas
mais coisas ela fazia. O fazer tantas coisas a tornou uma mulher de fibra e
lutadora. Não me esqueço de que quando criança eu queria um forte apache
(índios de plástico), ela com sacrifício e muita costura me deu o brinquedo,
que emoção, que alegria! Quantos outros caprichos ela atendeu, muito obrigado
mãe! Dizem que Deus é Pai, mas acho mesmo que nossa mãe é Deus! Não há palavras
para descrever o quanto você, mãe, é importante para mim e muito menos palavras
para dizer o tamanho de minha gratidão.
Aos meus irmãos manifesto minha alegria de tê-los, ou
melhor, de eles me terem e me aturarem. Sou o filho caçula, por isso tiveram
que me aturar, mas foi e está sendo uma experiência enorme ver o quanto vocês
batalharam e batalham na vida. Cada um de vocês trouxe para nossa família mais
um filho e filhas, de vocês vieram os sobrinhos, dos sobrinhos os filhos...sou
tio avô, quanta alegria vossas famílias me proporcionam.
Não posso deixar de lembrar num dia tão especial para mim de
pessoas que fizeram parte de minha história e vida, são muitas e seria injusto
mencionar alguns e outros caírem no esquecimento, mas rendo um tributo aos meus
avós Luiz Galiani e Domingas Galiani, que saudades da comida avó; avô Luiz como
gostava de ir à feira com o senhor e fazer cercas de bambu, dias inesquecíveis.
Meu avô Armando fumando seu cigarro de palha, fumo fedido rs, porém era muito
bom lhe pedir a benção. Avó Cida que acolhimento, que simplicidade de vida,
obrigado! Avó Alzira mulher independente, autônoma que me fazia rir, chorar,
correr e pular. Nunca me esquecerei do dia em Adamantina quando caí numa poça
d´água de chuva, que correria, mas em seus braços fiquei seguro. E o dia que me
deu um revolver de espoleta, era lindo, meus amigos e primos ficaram de boca
aberta, era de fazer inveja.
Quero aqui deixar minha gratidão aos meus tios e tias,
paternos e maternos, como me acolhiam e cuidavam de mim, obrigado!
Há uma lista enorme de nomes que gostaria aqui registrar,
porém cansaria você, por isso vou tentando abreviar minha gratidão. Mas, há uma
lista que não posso deixar de citar: Padres João Goetz, Expedito Pereira
Cavalcante, José Walter, José Schindler, Vitório, Eduardo Radigonda, Francisco
Pio Dantas, Orides Giroldo e José Schwind
a vocês minha eterna gratidão pelo que me ensinaram e apoiaram na
escolha pelo sacerdócio. Perdoem-me por eu não ter ouvido vocês!
Aos meus amigos de seminário, foram muitos, mas lembro aqui
alguns: Oscar Naufal, Antonio Francisco, Antonio Alves, Edvaldo C Germiniani,
Marco Aurélio de M. Castriani; aos amigos seminaristas que se ordenaram padre:
Heleno Adnaldo Araújo, Fernando Rossini, Roberto de Paula Silvério, Arlindo,
Pedro Ramos e Fadul e coroando essa lista nosso querido e amado irmão Pe.
Julio, hoje Dom Julio Endi Akamine. Mudei o rumo de minha vida, mas não tirei
da base e alicerce o que vocês me ensinaram e ensinam. Obrigado!
De 50 anos de vida, 30 foram dedicados a Igreja e estes
últimos 20 anos dedicado a construção de uma família. Gratidão! Gratidão aos
que me acolheram na nova cidade, São Paulo, particularmente à Ana, minha esposa
que ao longo desses anos tem sido para mim um referencial de crescimento, de
doação, de desafios, de dor e alegria, de sofrimento e de libertação, sempre
ensinei e defendi que no casamento o amor e perdão devem prevalecer e com ela
estou me “alfabetizando” para o exercício do amor e perdão. Aos pais da Ana meu
reconhecimento e louvor por terem me apoiado e incentivado na nova vida. Um
obrigado aos irmãos da Ana, pela possibilidade de aprender a ganhar o mundo e a
vida.
Aos amigos e colegas educadores, obrigado por me acolherem e
possibilitarem meu crescimento profissional, vocês me ensinam muito!
Deixei por último, porém é o primeiro! Agradeço a Deus pelo
Dom da Vida que me concede e suplico sua misericórdia para que meu coração seja
semelhante ao de seu Filho Jesus Cristo. Agradeço e louvo a Trindade Santa pelo
dom do Batismo, da Crisma, da Penitência, da Eucaristia, da Unção dos enfermos,
da Ordem e do matrimônio sinais que foram cravados em meu coração e me tornaram
mais santo, porém na miséria humana sou um grande pecador que estou à
disposição de Deus para que Ele faça de mim o que desejar. Rezo para que eu
vida de forma que faça a vontade d’Ele, mas sou frágil e peço a você meu amigo
e irmão: reze por mim hoje e sempre!
sábado, 23 de março de 2013
Jesus é o Senhor!
Iniciamos a Semana Santa de 2013. Mais uma vez percorremos os textos bíblicos e celebrações litúrgicas que nos colocam no cerne do mistério cristão: a vida, paixão, morte e ressurreição de Jesus. O domingo de ramos, marca a liturgia nesse final de semana, e vem mostrar que tipo de relações na sociedade Jesus deseja. A aclamação de Jesus Rei resgata o desígnio de Deus para seu Filho e denuncia as estruturas impiedosas e injustas da sociedade humana, que hipócrita aclama e louva e no mesmo instante cospe, atira pedra e crucifica. Para nós hoje relembrar o episódio da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém é reconhecer que estruturas sociais injustas, relações discriminadoras e excludentes nascem do desejo de PODER MANDAR, de PODER JULGAR, de PODER CONDENAR. Aclamar Jesus Rei é exatamente deixar-se alimentar pelo PODER DO SERVIÇO, pelo PODER ACOLHEDOR, pelo PODER MISERICORDIOSO de Deus em nós.
As leituras desse domingo de ramos, 22 de março de 2013 fazem um grande convite. No evangelho temos o belíssimo texto da Ceia de Jesus com os seus e o anúncio da ''chegada a hora". A traição se dá na mesa, lugar de encontro, de cara a cara. Jesus reparte o pão e o vinho, que outrora não serão senão sua própria vida e, um dos seus que usou e abusou de toda verdade revelada por Jesus, o trairá. Mas, Jesus segue em frente, e na primeira leitura mostra sua força e poder: 'Deus deu-me a língua para reconfortar com a palavra o que está abatido [...] aos que me feriam apresentei as espáduas, e as faces àqueles que me arrancavam a barba; não desviei o rosto dos ultrajes e dos escarros". Diante da traição de Judas Jesus tem sua força em Deus - "Mas o Senhor Deus vem em meu auxílio". Que trama, que tamanha injustiça para com o Filho de Deus, mas que glória e louvor o Mistério de nossa Salvação, "por isso Deus o exaltou ... lhe deu um nome que está acima de todo nome .... diante d'Ele todo joelho se dobrará e toda língua proclamará: JESUS CRISTO É O SENHOR"
Que convite recebemos nesse domingo de Ramos? Reconhecer que Jesus é nosso Rei e dele aprender a reinar, a construir uma mesa onde todos serão irmãos, onde não haja divisões, onde não haja discórdia, não haja disputa, não haja rancor e, na proclamação de que Ele é o Senhor sintamos que Ele é nosso auxílio e nossa força.
Leia:
Isaías 50,4-7
Filipenses 2, 6-11
Lucas 22, 14-23,56
domingo, 17 de março de 2013
Que amor! Que misericórdia!
A Liturgia da Palavra da missa hoje é belíssima: anuncia ao mundo sedento por justiça a MISERICÓRDIA! No profeta Isaías 43, 16-21 Deus não é vingança, Deus não é justicinha; Deus é o que "vai fazer obra nova", que abrirá um caminho novo através do mar e manifestará sua predileção, seu amor e misericórdia para com a humanidade. O mundo tem fome de justiça, mas uma justiça humana, marcada pelo "pagar com a mesma moeda". Essa não é a lógica de Jesus, sua lógica é a do amor sem medida, sem juízo, sem preconceito, sem punição e profundamente enraizada no perdão. Assim, no evangelho de João 8, 1-11 a pecadora é por Ele acolhida, curada, perdoada e reintegrada a vida. Esse Jesus misericordioso é o que precisa ser testemunhado, ensinado e vivido por nós. Difícil? Sim, mas como Paulo na carta aos Filipenses 3, 8 -14 devemos mirar, correr e alcançar o que nos alcançou primeiro. Jesus é nossa meta e o nosso caminhar deve ser na direção dessa misericórdia. Tudo desprezamos, tudo se torna esterco: "a fim de ganhar Cristo e estar com ele". Vivamos desarmados do que nos faz juízes dos outros, do que nos torna monstros atiradores de pedras sobre os outros. Sejamos misericordiosos!
J. A. Galiani
sexta-feira, 8 de março de 2013
Características da comunidade palotina
Uma das características da comunidade palotina é a de criar unidade na diversidade, e para isso se pede uma sensibilidade para saber olhar e ver, conhecer e reconhecer, ler e discernir. Outra característica palotina é de ser, na Igreja, um ponto de união entre o clero regular e o clero secular, apto para animar um e outro, numa ligação sagrada com todas as obras de caridade e de zelo.
O chamado e a insistência de Pallotti para o espírito de caridade é um convite para que cada um examine suas próprias motivações; de perguntar-se a si mesmo, de maneira contínua, sobre aquilo que move o seu coração, sobre aquilo que é o motor da sua atividade, do seu ser palotino, do seu apostolado. Por isso, ele nos deixou como modelo Nazaré e o Cenáculo. Nazaré é a união das três pessoas na convivência da vida cotidiana, ao passo que Cenáculo é a união da comunidade da Igreja em oração que recebe o dom do Espírito Santo, o dom da unidade. Portanto, o palotino deveria ser o homem da comunidade, da relação, da comunhão e da unidade. Qualquer ideia de individualismo e isolamento é a negação da obra palotina.
Portanto, um “cavaleiro solitário” e cada “cantor solista” deveria sentir-se mal entre os palotinos, fora de sua casa. Outro aspecto muito importante acentuado por nosso Santo Fundador é o espírito de caridade fraterna, com o qual são permeados tanto Nazaré como o Cenáculo. Pallotti insiste muito para que, na comunidade, seja dominante e reinante o espírito de caridade e dirá, explicitamente, que todos devem ser sempre animados pelo verdadeiro espírito de mais perfeita caridade (OOCC I, 107-109). Para ele, caridade é ser serviçal, cheio de paciência e de benignidade.
Para que haja o verdadeiro espírito de caridade, é preciso empenhar-se com coragem e santa indústria, e por isso ele adverte sobre tudo o que pode destruir o espírito de caridade, como por exemplo, o espírito de domínio, o espírito de egoísmo, isto é, o de procurar as próprias coisas, o espírito de ambição. Quando adverte sobre o perigo do espírito de domínio, o chama de “a peste da comunidade” (OOCC I, 106). Portanto, a espiritualidade palotina nasce da coexistência e interdependência de Nazaré e do Cenáculo; é uma escola de autêntica formação apostólica; uma escola de santidade e de apostolado. A espiritualidade palotina olha para o crescimento constante na santidade para o apostolado, isto é, precisa tornar-se santo para ajudar e tornar outros a serem santos. “Não é o apostolado que gera a santidade, mas é a santidade profunda que faz grande apostolado” (Pe. F. Amoroso).
Posted 1 week ago by Pe. Valdeci Antonio de Almeida, SAC
O filho Pródigo!
Estamos diante de um clássico texto do Evangelho, o
texto do Filho Pródigo, de Lucas Lc 15,1-3.11-32. Vários aspectos chamam nossa atenção no texto,
porém quero propor uma reflexão e oração sobre o Ícone. Leia o Evangelho e
depois contemple:
Em 1662, o pintor Rembrandt, velho e arrependido de seus muitos pecados e desperdícios, retratou o Pai como um velho, cego, tendo uma mão feminina e outra masculina: poderoso e frágil, pai e mãe, amor puro. O filho é retratado sem cabelos na cabeça, como que retornando ao ventre de seu Pai/Mãe. É impossível não se emocionar ao ver Deus Pai retratado com tanta misericórdia. Ele está sofrido, mas conserva a dignidade de filho: carrega o rolo com seus documentos e calçados aos pés. Apesar de tudo, não tinha esquecido sua filiação, razão pela qual retornou. (A volta do filho pródigo – Rembrandt – Detalhe)
quinta-feira, 7 de março de 2013
A promoção dos direitos humanos, com ênfase nos direitos das pessoas com deficiência.
No dia 02 de março, no Instituto de Educação Beatíssima Virgem Maria, promovido pelo Sistema de Ensino Mary Ward participei de um rico encontro sobre a inclusão de pessoas com deficiência na escola.
Visite o site:
http://sorri.com.br/missao_visao_valores
e conheça conceitos que fortalecem a busca por caminhos inclusivos.
J. A. Galiani
Visite o site:
http://sorri.com.br/missao_visao_valores
e conheça conceitos que fortalecem a busca por caminhos inclusivos.
J. A. Galiani
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