
BLOG DO PROFESSOR GALIANI Filosofia, teologia, pedagogia, e tantas "ias" que fazem o dia-a-dia.... "Aflictis lentae, celeres gaudentibus horae"
sábado, 16 de janeiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Haiti desgraça aí, GRAÇA aqui!!!!!!!!!!!
Como pode isso? Veja notícia abaixo e pergunte-se: qual a diferença da postura do Cônsul do Haiti no Brasil da fala de um Big Brother 10 referindo-se ao jogo com os outros componentes do BBB-10 "amo a todos, mas são todos meus inimigos". Serão esses os princípios vitais da humanidade animal racional? Que somos animais sabemos, pois somos racionais, mas que nossa humanidade é irracional como toda espécie animal, exceto a humana, isso não! Depois outra - esse cônsul desrespeita um princípio essencial na vida do ser humano: a religião. Que parâmetro ele tem para dizer da "macumba" como maldição; pior afirma que o Africano é maldito por suas crenças.....esse cônsul é o mais puro e avançado espirito nazista do século XXI. É de se indignar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! JAG
15/01/2010 - 08h04
"Desgraça no Haiti está sendo boa para nós aqui", diz cônsul no Brasil; assista
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da Folha Online
Reportagem exibida ontem (14) no "SBT Brasil" mostra o cônsul do Haiti no Brasil, Gerge Samuel Antoine, afirmando que a tragédia no Haiti está tendo bons resultados para ele e atribuindo a culpa do terremoto de terça-feira (12) à religião.
Antoine deu as declarações à repórter Elaine Cortez sem saber que estava sendo gravado.
Jobim confirma 17 brasileiros mortos; Haiti enterra 7.000Veja galeria de imagens da tragédia no HaitiConheça as ajudas dadas por vários paísesCompare fotos de antes e depois do tremorLeia a cobertura completa do terremoto
"A desgraça de lá está sendo uma boa pra gente aqui, fica conhecido", disse o cônsul. "Acho que de, tanto mexer com macumba, não sei o que é aquilo... O africano em si tem maldição. Todo lugar que tem africano lá tá f...", completa Antoine.
Veja vídeo
Uma das principais correntes religiosas no país é o vodu, que tem relação com outras manifestações de origem africana como o candomblé e a santeria.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u679672.shtml
15/01/2010 - 08h04
"Desgraça no Haiti está sendo boa para nós aqui", diz cônsul no Brasil; assista
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da Folha Online
Reportagem exibida ontem (14) no "SBT Brasil" mostra o cônsul do Haiti no Brasil, Gerge Samuel Antoine, afirmando que a tragédia no Haiti está tendo bons resultados para ele e atribuindo a culpa do terremoto de terça-feira (12) à religião.
Antoine deu as declarações à repórter Elaine Cortez sem saber que estava sendo gravado.
Jobim confirma 17 brasileiros mortos; Haiti enterra 7.000Veja galeria de imagens da tragédia no HaitiConheça as ajudas dadas por vários paísesCompare fotos de antes e depois do tremorLeia a cobertura completa do terremoto
"A desgraça de lá está sendo uma boa pra gente aqui, fica conhecido", disse o cônsul. "Acho que de, tanto mexer com macumba, não sei o que é aquilo... O africano em si tem maldição. Todo lugar que tem africano lá tá f...", completa Antoine.
Veja vídeo
Uma das principais correntes religiosas no país é o vodu, que tem relação com outras manifestações de origem africana como o candomblé e a santeria.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u679672.shtml
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Zilda Arns, do céu olhai por nós!!!!!!!!!!!!!
Ao saber na morte de Zilda Arns um nó na garganta e lágrimas nos olhos....fica uma singela homenagem com palavras, que ecoam e significam muito pouco diante do que SIGNIFICA ZILDA ARNS na vida de muitos e muitos homens e mulheres......sobretudo, de muitas crianças.....
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/01/13/ult5772u7036.jhtm
Zilda Arns
Tua vida semeou vida!
Tua história de vida gerou vidas com história.
Teu suor missionário fecundou corações sem Deus!
Tua alma humana profetizou Humanidade!
Teu sangue semeado no Haiti fecunda a terra do planeta e clama por HUMANIDADE!
Obrigado Zilda Arns, do céu olhai por nós!!!!!!!!!!!!!!!!!!! - Galiani
13/01/2010 - 12h39
"Minha irmã morreu na causa em que sempre acreditou", diz dom Paulo Evaristo Arns
Maurício Savarese *Do UOL NotíciasEm São Paulo
Atualizado às 13h15Inspirador da ação humanitária conduzida pela irmã desde 1982, o arcebispo emérito de São Paulo dom Paulo Evaristo Arns afirmou nesta quarta-feira (13) que a coordenadora e fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns, vítima do terremoto que abalou o Haiti, "morreu de uma maneira muito bonita, na causa em que sempre acreditou".
Leia mais notícias
Terremoto mata Zilda Arns no Haiti
Trabalho de Zilda Arns beneficiou mais de 2 milhões de crianças
Exército confirma morte de quatro brasileiros em terremoto no Haiti
Secretário geral da CNBB acompanhará ministros na comitiva que viaja ao Haiti
Força Aérea envia oito aviões com ajuda a vítimas A médica pediatra de 75 anos de idade palestrava por países da América Central e do Caribe durante o incidente. Dom Paulo foi avisado da morte da irmã pelo chefe de Gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Mais cedo, ele rezou uma missa pelas vítimas no Haiti, que, segundo estimativas, podem chegar aos milhares.O atual cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, está viajando. Em nota, a Coordenação Nacional da Pastoral da Criança escreveu que Zilda estava "participando da Conferência dos Religiosos daqueles país e também para motivar os líderes e voluntários da Pastoral da Criança no Haiti que trabalham com crianças, gestantes e famílias". A entidade informou também que o senador Flávio Arns (PSDB-PR), sobrinho de Zilda, está a caminho do Haiti junto do ministro da Defesa, Nelson Jobim. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou "absolutamente chocado" com a morte de Zilda, de acordo com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. "Ele (Lula) lamentou muito. Zilda é uma pessoa de grande projeção no país", disse o chanceler, que se reuniu com o presidente e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, para definir medidas para socorrer brasileiros no Haiti. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), afirmou que a morte da coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Zilda Arns, foi uma das perdas "mais expressivas" do país. "Ela era um exemplo extraordinário de dedicação às crianças, aos pobres e às causas sociais. Era uma referência", afirmou.O presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), divulgou nota em que classifica Zilda de "sinônimo de doação, em sua luta pelos mais carentes, no combate diuturno à mortalidade infantil e na busca pela melhoria da vida do povo". Para ele, a morte da médica deixa "milhões de órfãos" no Brasil, "não só os integrantes de sua família, mas também os muitos filhos adotados por ela na Pastoral da Criança e na Pastoral do Idoso".Segundo Temer, Zilda Arns tornou-se "sinônimo de doação, em sua luta pelos mais carentes, no combate diuturno à mortalidade infantil e na busca pela melhoria da vida do povo". O presidente da Câmara diz ainda, na nota, que o amor da médica brasileira ao próximo "não tinha fronteiras" e que "o Brasil lamenta essa perda irreparável".O governador do Paraná, Roberto Requião, declarou luto oficial por três dias. Foi em seu Estado que Zilda iniciou os trabalhos da Pastoral da Criança, em 1983. "Morreu no Haiti minha amiga Zilda Arns. Grande perda para o Brasil e dor para os amigos", escreveu ele no microblog Twitter.O prefeito de Curitiba, Beto Richa, também usou o microblog para se manifestar. Ele está em viagem ao exterior. "Recebo ligação do Brasil sobre morte de Zilda Arns. Não existe sensação de perda maior. A humanidade perde com a ausência dela", escreveu ele sobre a médica três vezes indicada ao Prêmio Nobel pelo Brasil.Ligado à Pastoral da Criança, o senador Tião Viana (PT-AC) escreveu: "a doutora Zilda Arns perde a vida ao lado dos pobres do mundo. Milhões de pastorais choram". Estimativas da entidade apontam que mais de dois milhões de crianças foram beneficiadas pelo trabalho da médica. "Desfrutei com a doutora Zilda especiais encontros sobre a vida, sobre fraternidade, sobre valores humanos. Respeito eterno."O corpo de Zilda será trazido do Haiti em avião da Força Aérea Brasileira (FAB). O velório e enterro serão em Curitiba, onde moram os quatro filhos da médica. Com informações da Agência Estado e da Agência Brasil
"Minha irmã morreu na causa em que sempre acreditou", diz dom Paulo Evaristo Arns
Maurício Savarese *Do UOL NotíciasEm São Paulo
Atualizado às 13h15Inspirador da ação humanitária conduzida pela irmã desde 1982, o arcebispo emérito de São Paulo dom Paulo Evaristo Arns afirmou nesta quarta-feira (13) que a coordenadora e fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns, vítima do terremoto que abalou o Haiti, "morreu de uma maneira muito bonita, na causa em que sempre acreditou".
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Terremoto mata Zilda Arns no Haiti
Trabalho de Zilda Arns beneficiou mais de 2 milhões de crianças
Exército confirma morte de quatro brasileiros em terremoto no Haiti
Secretário geral da CNBB acompanhará ministros na comitiva que viaja ao Haiti
Força Aérea envia oito aviões com ajuda a vítimas A médica pediatra de 75 anos de idade palestrava por países da América Central e do Caribe durante o incidente. Dom Paulo foi avisado da morte da irmã pelo chefe de Gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Mais cedo, ele rezou uma missa pelas vítimas no Haiti, que, segundo estimativas, podem chegar aos milhares.O atual cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, está viajando. Em nota, a Coordenação Nacional da Pastoral da Criança escreveu que Zilda estava "participando da Conferência dos Religiosos daqueles país e também para motivar os líderes e voluntários da Pastoral da Criança no Haiti que trabalham com crianças, gestantes e famílias". A entidade informou também que o senador Flávio Arns (PSDB-PR), sobrinho de Zilda, está a caminho do Haiti junto do ministro da Defesa, Nelson Jobim. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou "absolutamente chocado" com a morte de Zilda, de acordo com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. "Ele (Lula) lamentou muito. Zilda é uma pessoa de grande projeção no país", disse o chanceler, que se reuniu com o presidente e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, para definir medidas para socorrer brasileiros no Haiti. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), afirmou que a morte da coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Zilda Arns, foi uma das perdas "mais expressivas" do país. "Ela era um exemplo extraordinário de dedicação às crianças, aos pobres e às causas sociais. Era uma referência", afirmou.O presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), divulgou nota em que classifica Zilda de "sinônimo de doação, em sua luta pelos mais carentes, no combate diuturno à mortalidade infantil e na busca pela melhoria da vida do povo". Para ele, a morte da médica deixa "milhões de órfãos" no Brasil, "não só os integrantes de sua família, mas também os muitos filhos adotados por ela na Pastoral da Criança e na Pastoral do Idoso".Segundo Temer, Zilda Arns tornou-se "sinônimo de doação, em sua luta pelos mais carentes, no combate diuturno à mortalidade infantil e na busca pela melhoria da vida do povo". O presidente da Câmara diz ainda, na nota, que o amor da médica brasileira ao próximo "não tinha fronteiras" e que "o Brasil lamenta essa perda irreparável".O governador do Paraná, Roberto Requião, declarou luto oficial por três dias. Foi em seu Estado que Zilda iniciou os trabalhos da Pastoral da Criança, em 1983. "Morreu no Haiti minha amiga Zilda Arns. Grande perda para o Brasil e dor para os amigos", escreveu ele no microblog Twitter.O prefeito de Curitiba, Beto Richa, também usou o microblog para se manifestar. Ele está em viagem ao exterior. "Recebo ligação do Brasil sobre morte de Zilda Arns. Não existe sensação de perda maior. A humanidade perde com a ausência dela", escreveu ele sobre a médica três vezes indicada ao Prêmio Nobel pelo Brasil.Ligado à Pastoral da Criança, o senador Tião Viana (PT-AC) escreveu: "a doutora Zilda Arns perde a vida ao lado dos pobres do mundo. Milhões de pastorais choram". Estimativas da entidade apontam que mais de dois milhões de crianças foram beneficiadas pelo trabalho da médica. "Desfrutei com a doutora Zilda especiais encontros sobre a vida, sobre fraternidade, sobre valores humanos. Respeito eterno."O corpo de Zilda será trazido do Haiti em avião da Força Aérea Brasileira (FAB). O velório e enterro serão em Curitiba, onde moram os quatro filhos da médica. Com informações da Agência Estado e da Agência Brasil
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/01/13/ult5772u7036.jhtm
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
sociedade hipócrita, ainda discute isso?
Preso em regime fechado é aprovado em vestibular em Alagoas; MP e Ufal querem garantias para confirmar matrícula
Carlos MadeiroEspecial para UOL EducaçãoEm Maceió
Entre as mais de 3.500 histórias de vida dos aprovados no vestibular da Ufal (Universidade Federal de Alagoas), uma delas chama a atenção. Trata-se do jovem Ricardo Gomes de Araújo, de 19 anos, aprovado para o curso noturno de administração.O que o difere dos demais feras da Ufal é o fato de Gomes estar preso há três meses na Casa de Detenção de Maceió, respondendo a processo na 12ª Vara Criminal da Capital por crime de roubo e extorsão. Segundo informações do Tribunal de Justiça do Estado, não há data para o julgamento do caso. Ele tem prisão preventiva decretada.
Enquete: você acha que ele deveria ser autorizado a frequentar a universidade? Vote! O ingresso de um detento em uma faculdade é inédito no Estado. O detento fez provas em dezembro de 2009, na escola Rosalva Pereira Viana, no bairro do Tabuleiro do Martins, periferia de Maceió, sob escolta policial.
MPE e Ufal têm ressalvasMas a aprovação no vestibular não significa garantia do ingresso de Ricardo na universidade. Segundo o MPE (Ministério Público Estadual), será necessário fazer uma análise da segurança com o novo aluno dentro do campus universitário. "Ele só vai estudar se não houver riscos. O jovem está em regime fechado e eu tenho ressalvas. Ele não pode colocar em risco nem a ele mesmo, nem aos colegas e professores. É preciso saber a periculosidade dele, ver se existe como dar uma escolta diária eficiente. Precisamos da análise do caso concreto, e não somente teoria", disse.Embora tenha ressalvas ao acesso dele à universidade, o promotor defende ingresso do preso na sala de aula. "Sabemos que a educação é o método mais eficiente para a inclusão social. É um processo de uma libertação. Mas há questões maiores. É preciso ter estrutura e oferecer todas as garantias", alegou.A direção da Ufal também se mostra incerta quanto à possibilidade de um preso assistir a aulas dentro do campus. Segundo o vice-reitor da universidade, Eurico Lobo, o ingresso de um detento no campus ainda será analisado. "Ele conseguiu o acesso na universidade pelo vestibular, mas seu dia a dia na Ufal depende também de outros procedimentos, que serão analisados no meio jurídico do Estado e da universidade", disse.O UOL Educação tentou contato durante toda manhã com o intendente do Sistema Prisional de Alagoas, Dário César, para que ele dissesse se há possibilidade de realizar escolta diária ao preso, mas ele não atendeu nem retornou às ligações.
Lei é para todos, diz juizA autorização para realização das provas foi do juiz da 12ª Vara, Paulo Barros, a pedido da Defensoria Pública do Estado. "Para a decisão, eu utilizei apenas o que diz a Constituição, que assegura tratamento igualitário para todos. A Lei de Execuções Penais autoriza o preso definitivo a cursar faculdade. Se ela [lei] autoriza um [preso] definitivo, porque não autorizar aquele que não tem sentença ainda?", disse.Barros assegurou que a decisão proferida por ele se restringe apenas à realização das provas, e que a matrícula e a frequência nas aulas é outro caso a ser analisado posteriormente. "Não posso dizer nada sobre isso, porque o juiz não pré-julga. Eu atendi a um pedido da Defensoria Pública, com um parecer favorável do MPE. O objeto da decisão foi apenas sobre as provas, não trata sobre autorização de aulas", explicou o magistrado.
Entre as mais de 3.500 histórias de vida dos aprovados no vestibular da Ufal (Universidade Federal de Alagoas), uma delas chama a atenção. Trata-se do jovem Ricardo Gomes de Araújo, de 19 anos, aprovado para o curso noturno de administração.O que o difere dos demais feras da Ufal é o fato de Gomes estar preso há três meses na Casa de Detenção de Maceió, respondendo a processo na 12ª Vara Criminal da Capital por crime de roubo e extorsão. Segundo informações do Tribunal de Justiça do Estado, não há data para o julgamento do caso. Ele tem prisão preventiva decretada.
Enquete: você acha que ele deveria ser autorizado a frequentar a universidade? Vote! O ingresso de um detento em uma faculdade é inédito no Estado. O detento fez provas em dezembro de 2009, na escola Rosalva Pereira Viana, no bairro do Tabuleiro do Martins, periferia de Maceió, sob escolta policial.
MPE e Ufal têm ressalvasMas a aprovação no vestibular não significa garantia do ingresso de Ricardo na universidade. Segundo o MPE (Ministério Público Estadual), será necessário fazer uma análise da segurança com o novo aluno dentro do campus universitário. "Ele só vai estudar se não houver riscos. O jovem está em regime fechado e eu tenho ressalvas. Ele não pode colocar em risco nem a ele mesmo, nem aos colegas e professores. É preciso saber a periculosidade dele, ver se existe como dar uma escolta diária eficiente. Precisamos da análise do caso concreto, e não somente teoria", disse.Embora tenha ressalvas ao acesso dele à universidade, o promotor defende ingresso do preso na sala de aula. "Sabemos que a educação é o método mais eficiente para a inclusão social. É um processo de uma libertação. Mas há questões maiores. É preciso ter estrutura e oferecer todas as garantias", alegou.A direção da Ufal também se mostra incerta quanto à possibilidade de um preso assistir a aulas dentro do campus. Segundo o vice-reitor da universidade, Eurico Lobo, o ingresso de um detento no campus ainda será analisado. "Ele conseguiu o acesso na universidade pelo vestibular, mas seu dia a dia na Ufal depende também de outros procedimentos, que serão analisados no meio jurídico do Estado e da universidade", disse.O UOL Educação tentou contato durante toda manhã com o intendente do Sistema Prisional de Alagoas, Dário César, para que ele dissesse se há possibilidade de realizar escolta diária ao preso, mas ele não atendeu nem retornou às ligações.
Lei é para todos, diz juizA autorização para realização das provas foi do juiz da 12ª Vara, Paulo Barros, a pedido da Defensoria Pública do Estado. "Para a decisão, eu utilizei apenas o que diz a Constituição, que assegura tratamento igualitário para todos. A Lei de Execuções Penais autoriza o preso definitivo a cursar faculdade. Se ela [lei] autoriza um [preso] definitivo, porque não autorizar aquele que não tem sentença ainda?", disse.Barros assegurou que a decisão proferida por ele se restringe apenas à realização das provas, e que a matrícula e a frequência nas aulas é outro caso a ser analisado posteriormente. "Não posso dizer nada sobre isso, porque o juiz não pré-julga. Eu atendi a um pedido da Defensoria Pública, com um parecer favorável do MPE. O objeto da decisão foi apenas sobre as provas, não trata sobre autorização de aulas", explicou o magistrado.
http://vestibular.uol.com.br/ultnot/2010/01/12/ult798u25720.jhtm
Que alegriaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Amigos com alegria localizei hoje o blog: http://www.leitecomsoda24x7.blogspot.com e encontrei um livro de uma aluna minha no E. Fundamental e E. Médio.......imagina a felicidade de ver uma ex-aluna autora de livro..... visitem o blog dela e conheçam que grande autora e belo livro.....
abreijos LUCIANA RIBEIRO DOS SANTOS
abreijos LUCIANA RIBEIRO DOS SANTOS
domingo, 10 de janeiro de 2010
O VASO CAIU E QUEBROU!!!!
O VASO CAIU E QUEBROU
Mais um ano termina e OUTRO JÁ começou. Como tantas outras situações diárias que vivemos tudo passa como num piscar de olhos. O tempo presente é tão passageiro que já não o sabemos mais. Lembranças? Algumas! Talvez as que fizeram sofrer, talvez porque “as filosofias” atuais de vida negam que sofrer seja uma experiência para se lembrar. Como tudo passa inclusive o sofrimento, porque queremos ser felizes. A própria felicidade é um momento, como se nunca tivesse acontecido. As mudanças todas pelas quais a humanidade passa indicam que não podemos ficar parados porque senão, passaremos também e em coro diremos “em nosso tempo não era assim”. O homem e a mulher nunca estiveram tão afinados na luta pelos seus direitos, como também nunca estiveram tão desafinados no cumprimento dos seus deveres. A produção acelerada de coisas produz também, um ser humano acelerado que não tem tempo para nada. Termina um feriado prolongado e estão todos exaustos de “nada”. E assim caminha a humanidade!
O término do ano leva a uma revisão de vida, de princípios, de valores e provoca uma tempestade de propósitos: pais reconhecem seus limites na educação dos filhos e se propõem a fazer melhor no ano que se inicia; filhos assumem que não estudaram, mas que no próximo ano não deixarão para estudar no final; as religiões se penitenciam e fazem alianças para que no próximo ano cumpram com sua missão; os políticos lavam sua alma da lama da corrupção e garantem que nas próximas eleições haverá ética na política; profissionais diversos reconhecem que não se atualizaram, mas que farão cursos buscando melhorar sua qualificação profissional. Todos, absolutamente todos fazem juras de que farão coisas novas e melhores para si e para os outros, inclusive para o planeta.
Mas o “vaso caiu e quebrou”, como quebrou a esperança de Maria e José que exaustivamente procuraram um lugar para que Jesus menino viesse ao mundo; como também quebrou a expectativa do que pediu aos magos que procuravam o rei para adorar, que voltassem e o informasse onde, havia nascido o menino Deus, para que também ele fosse adorá-lo. A queda e o despedaçar do vaso ecoa em todos os cantos e denuncia que jamais o vaso será o mesmo, como o tempo que passou, jamais voltará. Foi preciso as portas fechadas para que o Menino Jesus nascesse, foi preciso magos vindos de longe, para que o rei Herodes soubesse que em seu reinado O Rei nasceu! O “vaso quebrado” jamais será o mesmo, porém nossas ações podem não ser as mesmas e assim o vaso não se quebrará. Como? Podemos abrir as portas para que Jesus menino nasça e cresça em força e sabedoria em nosso coração, em nossas palavras e, sobretudo em nossas ações.
Nossa comunidade educativa entre acertos e erros tem consciência de que “... a essência da educação é a natalidade, o fato de que seres humanos nascem para o mundo” (Hannah Arendt). A natalidade a que se refere Arendt é a que brota do conflito vivido em sociedade, uma vez que esta é uma colcha de retalho de diferentes culturas, e é onde se dá o existir humano.
Educar humanamente é deixar nascer caminhos que superem a “queda e quebra do vaso” impostos pelo social, pelo econômico e pelo político de maneira que a arte de educar trilhe um caminho constante de construção e desconstrução, assim como o humano é, ideia que ecoa na literatura de Guimarães Rosa ao conceituar o humano: “Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso que me alegra, montão”.
“O vaso caiu e quebrou” é eco de “migalhas de leituras, caídas de uma obra que ignoramos e que tem gosto de pão que ficou ressecando nas gavetas e nos sacos. Migalhas de história, umas bolorentas, outras mal cozidas, e cujo amálgama é um problema insolúvel. Migalhas de matemática e migalhas de ciências, como peças de máquinas, sinais e números que uma explosão tivesse dispersado e que nos esforçamos para montar como um quebra-cabeça. Migalhas de moral, como gavetas que mudamos de lugar, no complexo de uma vida de infinitas combinações. Migalhas de arte (...) Migalhas de aula, migalhas de horas de trabalho, migalhas de pátio de recreio (...) Migalhas de homens!” (Freinet).
O “vaso caiu e quebrou” e quando deixaremos de falar e não fazer o que falamos? Cremos e pautamos nossa prática educacional num espaço democrático com o objetivo de ensinar os alunos a respeito do que é viver em uma sociedade justa e humana independente da raça, classe, sexo ou idade. Para o “vaso não cair e quebrar” é preciso que a escola seja um espaço de confiança, de diálogo, de respeito, de tolerância, de zelo, de liberdade, de compromisso e responsabilidade.
O ano termina e começa de novo, que a natalidade de Jesus Menino nos faça um “vaso novo”!!!
(José Antonio Galiani – Orientador Pedagógico do Col. Mary Ward – jantgal@bol.com.br)
Mais um ano termina e OUTRO JÁ começou. Como tantas outras situações diárias que vivemos tudo passa como num piscar de olhos. O tempo presente é tão passageiro que já não o sabemos mais. Lembranças? Algumas! Talvez as que fizeram sofrer, talvez porque “as filosofias” atuais de vida negam que sofrer seja uma experiência para se lembrar. Como tudo passa inclusive o sofrimento, porque queremos ser felizes. A própria felicidade é um momento, como se nunca tivesse acontecido. As mudanças todas pelas quais a humanidade passa indicam que não podemos ficar parados porque senão, passaremos também e em coro diremos “em nosso tempo não era assim”. O homem e a mulher nunca estiveram tão afinados na luta pelos seus direitos, como também nunca estiveram tão desafinados no cumprimento dos seus deveres. A produção acelerada de coisas produz também, um ser humano acelerado que não tem tempo para nada. Termina um feriado prolongado e estão todos exaustos de “nada”. E assim caminha a humanidade!
O término do ano leva a uma revisão de vida, de princípios, de valores e provoca uma tempestade de propósitos: pais reconhecem seus limites na educação dos filhos e se propõem a fazer melhor no ano que se inicia; filhos assumem que não estudaram, mas que no próximo ano não deixarão para estudar no final; as religiões se penitenciam e fazem alianças para que no próximo ano cumpram com sua missão; os políticos lavam sua alma da lama da corrupção e garantem que nas próximas eleições haverá ética na política; profissionais diversos reconhecem que não se atualizaram, mas que farão cursos buscando melhorar sua qualificação profissional. Todos, absolutamente todos fazem juras de que farão coisas novas e melhores para si e para os outros, inclusive para o planeta.
Mas o “vaso caiu e quebrou”, como quebrou a esperança de Maria e José que exaustivamente procuraram um lugar para que Jesus menino viesse ao mundo; como também quebrou a expectativa do que pediu aos magos que procuravam o rei para adorar, que voltassem e o informasse onde, havia nascido o menino Deus, para que também ele fosse adorá-lo. A queda e o despedaçar do vaso ecoa em todos os cantos e denuncia que jamais o vaso será o mesmo, como o tempo que passou, jamais voltará. Foi preciso as portas fechadas para que o Menino Jesus nascesse, foi preciso magos vindos de longe, para que o rei Herodes soubesse que em seu reinado O Rei nasceu! O “vaso quebrado” jamais será o mesmo, porém nossas ações podem não ser as mesmas e assim o vaso não se quebrará. Como? Podemos abrir as portas para que Jesus menino nasça e cresça em força e sabedoria em nosso coração, em nossas palavras e, sobretudo em nossas ações.
Nossa comunidade educativa entre acertos e erros tem consciência de que “... a essência da educação é a natalidade, o fato de que seres humanos nascem para o mundo” (Hannah Arendt). A natalidade a que se refere Arendt é a que brota do conflito vivido em sociedade, uma vez que esta é uma colcha de retalho de diferentes culturas, e é onde se dá o existir humano.
Educar humanamente é deixar nascer caminhos que superem a “queda e quebra do vaso” impostos pelo social, pelo econômico e pelo político de maneira que a arte de educar trilhe um caminho constante de construção e desconstrução, assim como o humano é, ideia que ecoa na literatura de Guimarães Rosa ao conceituar o humano: “Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso que me alegra, montão”.
“O vaso caiu e quebrou” é eco de “migalhas de leituras, caídas de uma obra que ignoramos e que tem gosto de pão que ficou ressecando nas gavetas e nos sacos. Migalhas de história, umas bolorentas, outras mal cozidas, e cujo amálgama é um problema insolúvel. Migalhas de matemática e migalhas de ciências, como peças de máquinas, sinais e números que uma explosão tivesse dispersado e que nos esforçamos para montar como um quebra-cabeça. Migalhas de moral, como gavetas que mudamos de lugar, no complexo de uma vida de infinitas combinações. Migalhas de arte (...) Migalhas de aula, migalhas de horas de trabalho, migalhas de pátio de recreio (...) Migalhas de homens!” (Freinet).
O “vaso caiu e quebrou” e quando deixaremos de falar e não fazer o que falamos? Cremos e pautamos nossa prática educacional num espaço democrático com o objetivo de ensinar os alunos a respeito do que é viver em uma sociedade justa e humana independente da raça, classe, sexo ou idade. Para o “vaso não cair e quebrar” é preciso que a escola seja um espaço de confiança, de diálogo, de respeito, de tolerância, de zelo, de liberdade, de compromisso e responsabilidade.
O ano termina e começa de novo, que a natalidade de Jesus Menino nos faça um “vaso novo”!!!
(José Antonio Galiani – Orientador Pedagógico do Col. Mary Ward – jantgal@bol.com.br)
Pedras no caminho
Fernando Pessoa nos faz ter uns minutos de reflexão....
" Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo... "
se fossemos animais não saberíamos que somos iguais
Trinta de abril, véspera de feriado, no centro de São Paulo, 16h, 2009,correria no ritmo acelerado dos automóveis que não saem do lugar pelo carregado trânsito.
Estação Sé!
Para a direita para a esquerda, para trás para frente não tem por onde escapar há gente por todos os lados sobre a terra e sob a mesma; um barulho ensurdecedor vem do céu - é um helicóptero em vôo rasante à procura do que não se vê.
Um vento forte irrompe pelas esquinas e praças como que se uma fenda no espaço fosse aberta, e pela fresta, um sopro arrasador corta a pele. Frio? Calor? Tanto um como o outro; difícil suportar é quando o olhar mira um esfumaçar, é a fumaça, que convida a saborear o café do bar. Café quente, aroma do interior aquece o frio e aguça o paladar. Um café! Puxa um pão de queijo quentinho de salivar.
Um gole, uma mordida...na esquina a esbravejar um grupo a garimpar dentro de um saco de lixo o que o bar não lhes pode dar, e eles não podem pagar.
Frio, calor, fome, dor...Aquele café desce como que um fel a amargar o coração, o pão de queijo macio e saboroso tem no gosto o abandono de homens que não tem onde ficar e não tem o que comer.
Fitei na esquina do bar o grupo humano a garimpar no saco de lixo o que comer. Observei de longe, e logo me defendi, não é possível que ainda haja gente que não tem o que comer!
Culpa do governo! Culpa dos políticos!!! Certo!!! Certo!!!! Certíssimo a culpa é do político, aquele que passa por ali, aquele que não passa por ali, aquele que não está nem aí, aquele que está aqui. Eu! Eu! Eu (zinho) o que tenho feito? Nada! Não tenho nada a fazer!
Os caras são vagabundos! São eles que querem ser o que são. São o que comem! Lixo!!!!!!!
Que mundo, que vida, que sociedade? Coração partido, razão deletada, todos os sentidos ressetados. Inerte passo adiante e ouço: cadê, cadê o pedaço de abacaxi? Ele é meu!
Meu Deus eram humanos, sou humano!
Por que somos humanos?
Seria melhor que fossemos animais,
ao menos não saberíamos que somos iguais.!!!!!!!!!!!!!!!
Estação Sé!
Para a direita para a esquerda, para trás para frente não tem por onde escapar há gente por todos os lados sobre a terra e sob a mesma; um barulho ensurdecedor vem do céu - é um helicóptero em vôo rasante à procura do que não se vê.
Um vento forte irrompe pelas esquinas e praças como que se uma fenda no espaço fosse aberta, e pela fresta, um sopro arrasador corta a pele. Frio? Calor? Tanto um como o outro; difícil suportar é quando o olhar mira um esfumaçar, é a fumaça, que convida a saborear o café do bar. Café quente, aroma do interior aquece o frio e aguça o paladar. Um café! Puxa um pão de queijo quentinho de salivar.
Um gole, uma mordida...na esquina a esbravejar um grupo a garimpar dentro de um saco de lixo o que o bar não lhes pode dar, e eles não podem pagar.
Frio, calor, fome, dor...Aquele café desce como que um fel a amargar o coração, o pão de queijo macio e saboroso tem no gosto o abandono de homens que não tem onde ficar e não tem o que comer.
Fitei na esquina do bar o grupo humano a garimpar no saco de lixo o que comer. Observei de longe, e logo me defendi, não é possível que ainda haja gente que não tem o que comer!
Culpa do governo! Culpa dos políticos!!! Certo!!! Certo!!!! Certíssimo a culpa é do político, aquele que passa por ali, aquele que não passa por ali, aquele que não está nem aí, aquele que está aqui. Eu! Eu! Eu (zinho) o que tenho feito? Nada! Não tenho nada a fazer!
Os caras são vagabundos! São eles que querem ser o que são. São o que comem! Lixo!!!!!!!
Que mundo, que vida, que sociedade? Coração partido, razão deletada, todos os sentidos ressetados. Inerte passo adiante e ouço: cadê, cadê o pedaço de abacaxi? Ele é meu!
Meu Deus eram humanos, sou humano!
Por que somos humanos?
Seria melhor que fossemos animais,
ao menos não saberíamos que somos iguais.!!!!!!!!!!!!!!!
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