domingo, 24 de outubro de 2010

Liu Xiaobo: Dissidência como "outro" nome da paz

Liu Xiaobo: Dissidência como "outro" nome da paz


Um intelectual chinês de grande estatura ganhou recentemente o premio Nobel da Paz de 2010. Liu Xiaobo tem 55 anos, é professor de literatura e casado. Tem todas as características de uma pessoa com uma vida absolutamente normal. No entanto, a vida de Liu Xiaobo tem esse algo de transgressão que desde que o mundo é mundo e o ser humano se destaca como absolutamente original na criação divina faz com que a história seja escrita com consciência e decisões deliberadas.

Pessoas como Liu Xiaobo revelam que a vida não e uma sucessão fatalista de acontecimentos automáticos, mas depende da atitude que tomarmos diante dela.

Por pensar e viver assim, Liu Xiaobo esta preso, incomunicável e condenado a onze anos de reclusão na prisão chinesa de Jinzhou. Recebe apenas mensalmente a visita de sua esposa que desde que lhe foi outorgado o prêmio Nobel anda com escolta e depois que foi visitá-lo para comunicar-lhe a notícia encontra-se em prisão domiciliar.

Para os que vivemos no Ocidente, o nome do agraciado com a premiação maior do planeta pode soar estranho. Mas para nos refrescar a memória, basta citar um acontecimento do qual todos nos lembramos, ao menos aqueles que acham historia e memória importantes: os acontecimentos ocorridos em 1968 na Praça da paz celestial. Quem não se lembra dos tanques do exército chinês passando por cima de estudantes que manifestavam contra a ditadura e pediam seu fim? Pois Liu Xiaobo ali estava, participando. Discursou pacificamente pedindo calma aos estudantes, embora manifestando seu interesse pela mudança do regime ditatorial sob o qual vivia seu pais para a democracia.

Mas a trajetória de Liu Xiaobo não para ai. Ele foi igualmente o líder da famosa Carta Oito, assinada por mais de três centenas de intelectuais chineses, pedindo o fim do uni partidarismo dentre outras coisas mais. Era um manifesto de intelectuais chineses pela democracia. Era uma semente que ansiava por vir à luz. E veio! Foi plantada com tanto carinho e força que acaba de germinar no mundo todo.

Mas o preço a pagar pela liberdade e pela paz às vezes são altos! E Liu Xiaobo sabe disso. Do fundo da prisão onde esta devido a sua coerência sabe que nada se constrói em um mundo dividido sem ser de alguma maneira salpicado pelo conflito que gerou esse tipo de situação.

O premio Nobel vem referendar sua luta que e a de tantos homens e mulheres no mundo inteiro em vários pontos do planeta.

O governo chinês deixou claro seu descontentamento. A China, através de sua chancelaria, ameaçou boicotar a Noruega pelo fato desse país ter escolhido um preso político para homenagear com a premiação mais alta de todo o mundo. É no mínimo surpreendente que um pais continente, tão poderoso economicamente tenha esse tipo de reação. Se e fato que cada pais tem direito a sua soberania e não deve ser manipulado por interesses outros, sobretudo por potencias estrangeiras e alheias a sua cultura, o reconhecimento de uma vida que coerentemente vem lutando pela liberdade e um valor universal. E e isso que diz a premiação outorgada a Liu Xiaobo.

Liu Xia, a mulher do premiado, revelou após a visita que fez ao marido que o mesmo dedicava o premio aos que morreram durante os protestos pela democracia na Praça da Paz Celestial. Igualmente participante do acontecimento, Liu Xia encontra-se agora vigiada e confinada ao seu domicilio.

No entanto, como dizia outro idealista que conheceu muitas vezes a prisão, no século I de nossa era, Paulo de Tarso, a liberdade não esta acorrentada. Seu sopro continua dilatando os pulmões desta humanidade tão combalida do século XXI para quem o heroísmo do casal Xiaobo e um exemplo edificante e estimulante da grandeza e importância de não ter medo de dissentir, de andar contra a corrente, de lutar pelos grandes valores da humanidade, ainda que com o risco da própria liberdade e da própria vida.

Autor: Maria Clara Lucchetti Bingem

http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_noticia=16151&cod_canal=47

acesso 24/10/10

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Por que tanta ira nesta campanha eleitoral?

Por que tanta ira nesta campanha eleitoral?


JB Libânio

Se algum ET aterrissasse entre nós nesta reta final da campanha eleitoral, perguntar-se-ia: que está a acontecer na Terra de Santa Cruz? O povo, que lá habita, tem fama de benevolente, de compreensivo, de não gostar de atitudes radicais, sobretudo de acusações pessoais violentas e indignas. E por que querem movê-lo ao voto precisamente pelo oposto de seu temperamento, de sua índole?

Pena que se percam o equilíbrio e a dignidade no momento em que se tem para discutir o futuro, utopias luminosas para o povo sofrido e que apenas tem recebido migalhas a cair da mesa da privilegiada elite de tantos séculos. A parábola do rico epulão e do pobre Lázaro se faz verdade em nossas terras. E se está em jogo porvir melhor para Lázaro, por que os ricos epulões se enfurecem? Esquecem que precisarão da gota dágua para refrescar a secura da garganta quando lhes atormentar o vazio de sentido de vida levada longe da solidariedade, da justiça, da compreensão e do cuidado pelos irmãos necessitados.

Viver numa sociedade materialista, invadida pela ganância do puro vencer, do derrotar o adversário ao arrepio de toda ética, degrada-nos enormemente. Cercam-nos tristes noticiários. Apresentam-nos as pessoas, não pelo lado de graça e de bondade que Deus semeou em todas elas, mas pelas sombras que por ventura lhes bateram ao longo da vida.

Que diferença de vida social levaríamos, se o primeiro olhar descobrisse no/a outro/a, seja companheiro/a de luta política ou adversário/a, aquilo que ele/a propõe de belo, de criativo, de promissor, em vez de tripudiar sobre reais ou imaginárias acusações. Estamos a afastar-nos do sonho de Platão que anunciava uma cultura a caminhar à luz do sol do bem. Ameaçam-nos, pelo contrário, o eclipse de tal Sol e o implantar-se de luz artificial do interesse individual e corporativo.

E se nos voltamos para o Oriente, símbolo do lugar de onde vem a luz "que ilumina todo aquele que vem a este mundo" (Jo 1, 9), então o fulgor cresce ainda mais em direção oposta da atual campanha, antes eleitoreira que eleitoral. Do Nascente divino veio a lição mais grandiosa que jamais a humanidade ouviu. O poder existe para o serviço e não para o domínio. "Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros" (Jo 13, 14). Assistimos ao oposto. Retornamos ao Antigo Testamento, que conheceu o apedrejamento para certos pecados. Esquecemos a pergunta de Jesus: "Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra" (Jo 8, 7). Não se ouviu o ruído de nenhuma pedra, mas a voz serena do Mestre: "Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?" Respondeu ela: "Ninguém, Senhor!" Então, lhe disse Jesus: "Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais" (Jo 8, 10-11).

Olhando para certos políticos hoje, vem-nos a frase de Virgílio: "Quantum mutatus ab illo"! Como estão diferentes daquele Heitor digno e belo!



Texto do Pe. Joâo Batista Libânio publicado 18/10/10 (?) no jornal O Tempo de Belo Horizonte.

Eleição, agressividade e o Espírito

Eleição, agressividade e o Espírito




Jung Mo Sung



É cristianismo uma religião da proibição, que impõe sobre toda a população (seja cristã ou não) seus valores à base da "espada" ou da lei do Estado? A história nos mostra que em parte foi e continua tentando ser esse tipo de religião da imposição através da proibição. Valores religiosos não podem ser impostos a não ser proibindo alternativas, pois valores religiosos e éticos só são valores para as pessoas que os praticam se assumidos livremente. Como não se pode impor o assumir livremente, o que seria uma contradição, a única forma de realizar o desejo da imposição dos seus valores é proibindo alternativas - através da força, do medo do inferno ou da lei do Estado.

No fundo é isso que está acontecendo nesta eleição, como também ocorreu nas anteriores, em torno da questão do aborto e do casamento ou união civil dos homossexuais (tema que está, entrando agora na polêmica). Setores da igreja católica e das igrejas evangélicas, que fora da época das eleições se vêem como "inimigas", se unem contra um mesmo inimigo proibindo os seus fiéis de votarem na figura que representaria o mal por não querer obedecer às leis de Deus (leis essas reduzidas ao campo da sexualidade humana e na forma interpretada pela sua igreja).

(A teoria do desejo mimético de René Girard nos oferece uma interpretação muito interessante de como esses dois setores rivais do cristianismo estão, no fundo, imitando uns aos outros, sendo iguais, tanto na eleição quando lutam contra o inimigo comum, quanto na luta de um contra o outro na ausência desse inimigo. É por isso que muitos desses setores evangélicos assumem discursos e ritos católicos, como setores católicos -carismáticos ou mais conservadores- imitam as igrejas evangélicas conservadoras e pentecostais.)

Esta imposição traz consigo uma contradição interna. As pessoas que querem impor, em nome de Deus, os seus valores ou crenças religiosas sobre outros grupos sabem, no fundo, que há algo de errado neste processo. Sabem que tentar impor esses valores a toda população através de proibições é no fundo reconhecer que são incapazes de mostrar, através de testemunho e ensino, o valor dessas crenças e valores morais. Ao tentar impor sobre os diferentes os seus valores, reconhecem que estão falhando na sua missão de anunciar a boa-nova (o evangelho) que só pode ser assumido livremente. Por isso, o discurso da proibição vem acompanhado de tanta agressividade contra os ditos "inimigos" de Deus ou das suas igrejas. No fundo é uma agressividade dirigida contra o "inimigo" e ao mesmo tempo contra o seu sentimento de fracasso no que pensa ser a sua missão.

Agressividade e falta de cuidado em verificar a veracidade das informações difundidas (para dizer o mínimo) revelam que há algo de errado no cristianismo vivido e defendido por esses grupos.

Se é verdade que historicamente o cristianismo foi vivido e se expandiu através desses mecanismos de imposição e proibição do alternativo, do diferente, também é verdade que nem toda a história do cristianismo foi e é assim. Mais importante do que isso, não é compatível com o cristianismo primitivo, muito menos com a vida de Jesus de Nazaré.

A boa-nova aos pobres e às vítimas das situações e estruturas opressivas (nisso resume a evangelização, cf. Lc 4) deve ser anunciada e testemunhada de forma propositiva para que seja aceita e vivida em liberdade. Pois como ensinou são Paulo, "onde está o Espírito, está a liberdade" (2Cor 3,17).

Por isso, a atuação dos cristãos na política deve ser fundamentalmente de modo propositivo e não acusatório e agressivo. Pois estamos anunciando e lutando por valores que "valem por si"; e que só são valores na medida em que são vividos com respeito e tolerância aos diferentes, dentro de espírito da liberdade. Devemos apresentar e lutar por propostas sociais e políticas, baseadas em nossa esperança de um mundo mais justo e solidário, onde até os mais pobres possam viver dignamente, com "respeito e mansidão" (cf 1Pe 3,15).

É claro que entre cristãos pode e deve haver diversidade nas linhas de propostas políticas e sociais, pois o evangelho não nos oferece programa político concreto para os nossos dias, mas nos ensina que devemos lutar para que todos e todas tenham vida em abundância (cf Jo 10,10). O que significa que lutar pelo "pão" dos mais pobres e o reconhecimento da dignidade humana de todas as pessoas devem ser uma prioridade na ação social e política dos cristãos e das igrejas.

A forma como se faz a política e atua nas eleições revela o verdadeiro espírito que move os seus agentes. É verdade que no "mundo" há muitos políticos que crêem que tudo é válido para alcançar os seus objetivos. Há muitos que acreditam que a agressividade nas acusações (e calúnias) revela a seriedade do seu compromisso religioso e ético. Mas, eu penso que a agressividade revela outra coisa, um outro espírito, diferente do Espírito do Amor-solidário (ágape)que deveria mover as comunidades e pessoas cristãs.

Publicado em www.adital.com.br

Comparando e votando bem!!!!!!!


Segue uma forma fácil de mostrar "aos que ainda têm dúvidas" o caráter óbvio da escolha presidencial.

Aos que têm a certeza equivocada, o panfleto serve para que, se continuarem com sua opção equivocada, ao menos tenham algum peso na consciência na hora de dormir.

Sem ofensas; pelo Brasil.


--


Marco Haurélio

Fones: (11) 8347 4357

2769 6252

http://marcohaurelio.blogspot.com

http://fotolog.terra.com.br/marcohaurelio

A FILÓSOFA Marilena Chauí diz que SERRA é ameaça à democracia e aos direitos sociais.

Marilena Chaui: Serra é ameaça à democracia e aos direitos sociais




Professora de Filosofia da USP, em 3 minutos:


http://www.youtube.com/watch?v=0j6jgDs7gMQ

domingo, 17 de outubro de 2010

Vicente Pallotti na figura Indiana do Pe. Jacob

Foram eleitos, dia 07 de outubro, os novos conselheiros gerais da Sociedade do Apostolado Católico - Palotinos.

PALESTRA sobre o Projeto Metanóia

Prezado visitante no dia 30 de outubro o grupo Fé e Política da Paróquia S. João Batista realizará mais um encontro da Campanha da Fraternidade  Economia e Vida e, dessa vez contará com a PALESTRA proferida por Ana Lucia Galvão Gomes confira abaixo o teor da proposta e PARTICIPE DA PALESTRA:

30 DE OUTUBRO DE 2010
Paróquia S. João Batista - Carrão. SP
Rua Cel Marques, 174
15h missa
16h Início da Palestra



O que é Metanóia?


Do grego “ετάνοια” que significa: ir além, passar além de, ultrapassar, exceder, elevar-se acima de, transcender. Meta, como acima ou além e nóia, vem de nous, mente. “Mudança profunda de mentalidade”.

O projeto Metanóia – Planeta Sustentável contém sugestões de grande relevância acerca de abertura de frentes estratégicas que visam a inclusão socioambiental mediada pela tecnologia, inclusive das pessoas portadoras de necessidades especiais.


Com base no conceito do triple bottom line1 e no cumprimento da lei de cotas  nº 8213/91 estimula a prática da cidadania frente aos atuais desafios das organizações. Propõem alianças com Instâncias governamentais, Instituições públicas e privadas valendo-se de um serviço integrado que privilegie ações fundamentais de relacionamento, contribuindo para a construção da cidadania, na perspectiva da responsabilidade socioambiental.

Com o objetivo de implantar um sistema de gestão ambiental segundo a norma NBR ISO 14.001 propõe um trabalho integrado e busca parcerias interessadas em fortalecer o modelo empresarial colocando a sustentabilidade como eixo norteador na forma de se fazer negócios, além de promover a diversidade transformando valores em atitudes.

A metodologia visa desenvolver a autonomia profissional reelaborando conceitos que gerem nova mentalidade definindo um perfil profissional que torne essa “pessoa” um agente transformador e apto à nova ordem econômica, social e ambiental.


O projeto Metanóia justifica-se numa alternativa que una num mesmo objetivo um processo de capacitação digital que promova a integração e inclusão social seja de maneira associativa ou de inserção no mercado de trabalho, desafiando para uma ação profissional e comunitária em defesa da vida. Esse profissional deverá constituir-se em agente multiplicador de conhecimentos adquiridos valorizando a bagagem cultural de cada indivíduo.

A sociedade está interligada em redes, motivo pelo qual, a metodologia adotada no projeto assume os avanços da tecnologia da informação valorizando as pessoas como indivíduos e cidadãos.



Metanóia propõe uma forma legal e totalmente nova de inclusão socioambiental mediada pela tecnologia que promove a inserção no mundo do trabalho. A estratégia cria novas frentes de trabalho dando condições para desenvolver diversas atividades de capacitação, treinamentos e ciclo de oficinas. As oficinas são: de pães, de costura, de artesanato, de doces, salgados e de reciclagem. Além das oficinas terá as funções: administrativas, cadastro, vendas, eventos, comunicação, marketing, divulgação, pesquisa, treinamento, captação de recursos e no operacional, a separação de resíduos recicláveis.


Então para se obter sucesso e concretização deste projeto é importante que desenvolva uma interação e parcerias com instituições. As parcerias devem promover e adquirir produtos tanto das oficinas como os resíduos recicláveis.

METANÓIA – PLANETA SUSTENTÁVEL remete a uma profunda mudança de mentalidade em busca de um planeta sustentável. Entende-se que a mudança de mentalidade cria novos hábitos.


Para ter uma palestra sobre METANÓIA - PLANETA SUSTENTÁVEL faça um contato com:


Ana Lúcia Galvão Tel. (11) 96369093
comunicacao.socioambiental@uol.com.br

Mensagem aos professores Ir. Luiza Vans

Querido Professor (a),





Quero neste seu dia, de modo muito especial, manifestar-lhe toda gratidão pela sua dedicação, pedindo a Deus e a Santa Marcelina, Mestra e Educadora, uma bênção toda especial.






Mesmo que a caminhada seja árdua

E a rotina do dia a dia tente a nos desanimar,

Ser para o aluno exemplo e vivência do seu ensinar,

Tendo o Mestre dos Mestres como modelo,

Realiza, certamente, nossa Missão tão linda de Educador:

Ensinando, ajudando o outro a crescer, ser semente de transformação para um mundo melhor!


Obrigada pelo que você é, pelo seu empenho e dedicação. Desejo-lhe um feliz dia do professor e que esta alegria se prolongue para sempre!

Com carinho e gratidão de Ir. Luiza Vanz ( Vice Diretora da Faculdade Santa Marcelina (Unidade de Ensino Itaquera e Diretora da Escola Sophia Marchetti)

Declaração sobre as Eleições CNBB

Declaração sobre as Eleições


Os bispos católicos do Regional Sul 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), do Estado de São Paulo, em sintonia com a DECLARAÇÃO SOBRE O MOMENTO POLITICO NACIONAL, da 48ª Assembleia Geral da Conferência (Brasília, maio de 2010), esclarecem que não indicam nem vetam candidatos ou partidos e respeitam a decisão livre e autônoma de cada eleitor.

O Regional Sul 1 da CNBB desaprova a instrumentalização de suas Declarações e Notas e enfatiza que não patrocina a impressão e a difusão de folhetos a favor ou contra candidatos.

Reafirma, outrossim, as orientações quanto a critérios e princípios gerais a serem levados em conta no discernimento sobre o momento político, já oferecidos pela 73ª Assembleia Geral do Regional Sul 1 (Aparecida, junho de 2010), expressos na Nota VOTAR BEM.

Recomenda, enfim, a análise serena e objetiva das propostas de partidos e candidatos, para que as eleições consolidem o processo democrático, o pleno respeito aos direitos humanos, a justiça social, a solidariedade e a paz entre todos os brasileiros.

Indaiatuba (Itaici), SP, 16 de outubro de 2010.

Dom Nelson Westrupp - Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1

E Bispos do Regional Sul 1 / Publicado em 16/10/2010 - 10:24

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Bispos hipócritas! Serra hipócrita! Católicos hipócritas! Sacrilégio com nossa Mãe Maria!

Estou indignado!

Você assistiu ao debate na noite desse domingo na BAND?

Que vergonha!

Dilma e Serra sem compromisso com os grandes problemas do povo!

Voto Dilma, mas confesso quero vê-la defendendo projetos, ideias, ações

Não voto Serra, mas quero vê-lo homem público, político sério e não esse

HIPÓCRITA CATÓLICO que hoje está estampado nos sites BEIJANDO A CRUZ DE UM TERÇO em
Goiânia.


Bispos que atacaram a Dilma é isso que vocês querem? Hipócritas sois também!!!!


Fizeram e estão fazendo do ministério que ocupam um palanque eleitoral para esse candidato que não representa a Fé Cristã, muito menos o que pensa a doutrina social da Igreja.


Vós Bispos que apoiam o Serra não estais também vós movidos pela burguesia incomodada e inconformada? Não estais inconformados com a derrocada da classe social que vos mantém nos porões das sacristias? É vergonhoso apoiar esse ou aquele candidato, sobretudo dizendo que um é a favor da vida e o outro não. Como sabeis? Não estão eles vestidos de cordeiro? Ou vós vos confundis porque estais vestidos de bispos? O PT nasceu nas sacristias da Igreja, despontou como a solução dos problemas que assolam nosso povo, isso já não foi o suficiente para aprenderem e não apoiarem este ou aquele. Como Igreja sempre fui e sou PT, mas é preciso amadurecer. O PT que conhecemos não é o PT de agora, porém o Serra de agora não será o Serra de amanhã. Quantas vezes vós vistes esse SERRA na Igreja, agora nas duas festas de grandes concentrações marianas o filho da mãe usa o rosário para se promover.... isso é inaceitável!  Católicos brasileiros, enganai-vos!!!!!!!!!!!!!!! Deixai-vos enganar!!!!! Bispos "cabo eleitorais" enganai vossas ovelhas e permanecei nos porões das sacristias. Hipócritas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Senhora de Aparecida olhai pela Igreja de seu Filho e não permita que ela seja encanada por seus pastores e nem que estes sirvam aos interesses mesquinhos de uma burguesia desinstalada pela ascenção dos mais pobres! Amém!