quarta-feira, 25 de julho de 2012

Peregrinar é característica de Mary Ward e de seus peregrinos!

O que tem marcado a ação dos PEREGRINOS DE MARY WARD é exatamente o PEREGRINAR

Liderança da comunidade assume com os Peregrinos de Mary Ward a missão de visitar as famílias.

Esta foto mostra o assoalho e parte do telhado. Realidade abaixo do assoalho água do Rio. O assoalho é erguido para poder se defenderem das águas e manterem-se em suas casas!

Famílias grandes, muitas crianças!

Entre todas as casas são construidas essas passarelas, para que as pessoas permaneçam em suas residências e dentro de suas casas vão fazendo um piso falso acima do nível da água e na medida que o rio sobe, sobem também o piso.

Apesar da realidade não falta acolhida, amizade e simpatia por entre as pessoas que encontramos.

Dificuldades das mais diversas no PEREGRINAR, porém para Mary Ward não há caminho que não possa ser percorrido e, para Jesus se seus apóstolos se calarem as pedras falarão.

As MISSÕES dos Peregrinos de Mary Ward aconteceu no município de Codajás AM, a terra do Açaí veja a foto do CABOCLO do AÇAÍ

A ESPIRITUALIDADE DO BEM COMUM

No próximo dia 29 de julho terei a enorme tarefa de orientar o Retiro do Grupo Pastoral Fé e Política da Paróquia S. João Batista, Setor Carrrão Formosa da Região Espiscopal Belém SP; participarão também membros do Movimento Integração Campo Cidade.
Realizaremos o Retino na "Casa da Pedra" uma propriedade das Irmãs Marcelinas, em Itaquera, SP. O local é propício para o recolhimento e oração, vejam as fotos do externo da casa





A proposta do tema para a motivação e oração dos participantes será "A ESPIRITUALIDADE DO BEM COMUM"

E, para servir como aperitivo reflita sobre o conceito:

Bem Comum.

"O bem comum busca a felicidade natural, sendo portanto, o valor político por excelência, sempre, porém, subordinado à moral. O bem comum se distingue do bem individual e do bem público. Enquanto o bem público é um bem de todos por estarem unidos, o bem comum é dos indivíduos por serem membros de um Estado; trata-se de um valor comum que os indivíduos podem perseguir somente em conjunto, na concórdia. Além disso, com relação ao bem individual, o Bem Comum não é um simples somatório destes bens; não é tampouco a negação deles; ele coloca-se unicamente como sua própria verdade ou síntese harmoniosa, tendo como ponto de partida a distinção entre indivíduo, subordinado à comunidade, e a pessoa que permanece o verdadeiro e último fim."

BOBBIO, N. et al. Dicionário de Política. 2. ed. Brasília: UNB, 1986.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Débora

5h da matina!
Saindo do hotel!
Caminhada até o Porto levando malas!
Por entre tábuas e sacos de areia e, por sobre eles a caminho do Débora.

Muita gente!
Movimento intenso como no aeroporto de Congonhas / Guarulhos.
Terminal Tietê perde para o movimento na beira do Rio Negro.
Ir. Cleide ligeirinha.
Ir. Deise com sono.
Ir. Cirlei preocupada em perder o barco.
Galiani deixa prá lá kkkkk
Chegamos no Porto a Débora nos esperando kkk
Embarcação (lancha) Débora enorme, mais de 150 pessoas

Muita gente sem passagem... um rapaz pede para embarcar porque faleceu um familiar dele....
Crianças, adultos, jovens, mulheres e homens.... a caminho do que procuram, do que buscam, de onde desejam chegar.

Por todos rezo com a oração feita na missa de ontem na Igreja de Nossa Senhora dos Remédios em Manaus:
"...Que nas dificuldades da vida sintamos tua m]ao afetuosa, amenizando os nossos sofrimentos, experimentando a tua maternidade em todas as nossas necessidades. Sustenta-nos, te rogamos, ó querida Mãe, Senhora dos Remédios..."


Abreijos e observando o intenso movimento de carregadores de malas, de pessoas entrando no Débora e ocupando os lugares... que coisa lindaaaaaaaaaaaaaaa!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Manaus AM a caminho de Codajás

Saí de São Paulo 9h55. Da janela do avião a selva de pedras, na medida que o avião se distancia da cidade a selva continua. Do alto se observa não mais os prédios e casas, mas áreas verdes retalhadas por estradas e a selva continua, não mais pedras mas a selva do latifúndio, do pequeno e do grande. Na medida que nos aproximamos das terras amazônicas regiões mais extensas de verde sem retalho de estradas, mas rios cortam as terras verdes, que maravilha e na medida que nos aproximamos de manaus retornamos à selva. Agora cortada por rios e do alto observamos que a selva continua, agora a selvageria humana que em nome do lucro e capital desmata a floresta. Na beira dos rios vemos pontos luminosos reflexo do sol que bate nos telhados de alumínio. Ao chegar em manaus a vergonha selvagem continua.... que sujeira em terra e no rio... Vou dormir! Amanhã enfrentaremos algumas horas de barco até Codajás. Nâo postei fotos porque a net tá selvagem = lerda. Abreijos,

terça-feira, 26 de junho de 2012

Missões em Codajás AM






Aos amigos e visitantes estas fotos são de Codajás - AM onde dia 29 de junho estarei em Missões. Serão 10 dias de anúncio do Evangelho e presença dos Peregrinos de Mary Ward. Conto com as orações de todos, pois o desafio será enorme!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

sábado, 24 de março de 2012

Aguinaldo Silva "Fina estampa" desarranjo das faculdades mentais

“FOM FOM” – Aguinaldo Silva -“Fina estampa”

DESARRANJO DAS FACULADES MENTAIS

Navegando por um dicionário encontramos para o substantivo feminino estampa a definição:

es.tam.pa
sf (der regressiva de estampar) 1 Imagem impressa ou gravada; gravura. 2 Figura impressa por meio de chapa gravada. 3 Desenho. 4 Impressão deixada pelo pé, sinete etc. 5 Coisa perfeita, formosa. 6 Vestígio. 7 Tecn Matriz; molde. Col: iconoteca. Dar à estampa: imprimir, publicar.

Assistindo recortes da novela que nesta sexta feira bateu recorde de audiência, e por isso orgulho do “FOM FOM” que cumpriu sua missão termina como começou IMAGEM GRAVADA de “duas mulheres se agredindo”. Sob o DESENHO da,

 “personagem [que] foi uma espécie de ação de responsabilidade social ambulante, sempre pronta a matraquear lições de moral de almanaque. O filho arrivista (Antenor), o genro mau caráter (Rafael) e a nora bandidinha (Teodora) terminaram a novela sob as suas asas, mostrando que entenderam a diferença entre o certo e o errado.” (http://televisao.uol.com.br/critica/2012/03/23/missao-dada-e-missao-cumprida-pode-dizer-aguinaldo-silva.htm)

mais uma IMPRESSÃO DEIXADA PELO PÉ, na areia da vida de milhares de pessoas que tem no famoso horário televisivo nobre a fonte de sua inspiração e o modelo para sua família, de realidades tornadas telenovelas que retratam a realidade. Que realidade?

A realidade em que QUANDO SE TEM DINHEIRO tudo se pode, como na cena final em que Griselda, a santinha caminha simpática, leve e solta pela rua porque milionária por sorte que não mais precisa ser o “pereirão” e, quando menos espera o encontro do pobre e operário com a vilã Teresa Cristina a “COISA PERFEITA, FORMOSA” surge simpática, leve e solta dentro de um automóvel invólucro e sorrindo se vai como veio, ambas livres, leves e soltas sem saber a que vieram mostram: ricos e podres ditando valores putrefatos de uma sociedade impune, vingativa em decomposição que tira de sua bolsa uma “chave de cano” empunhada como arma na mão. E a população? Besta indaga: não entendi! Meu Deus, quanto desarranjo das faculdades mentais!

 JAG
24 MARÇO 2012

segunda-feira, 19 de março de 2012

A MORTE NEGADA


A morte negada
O cuidado no final da vida propõe novos enfoques na relação médico-paciente. Nos últimos anos o modo de passar pelo final da vida experimentou diversas mudanças de natureza cultural, científica e tecnológica, e inclusive espiritual. Por exemplo, essa passagem é diferente no campo e na cidade. Em algumas sociedades rurais ainda costuma ocorrer a “morte domesticada” medieval, a morte que não surpreende quando chega e para a qual podemos preparar-nos (recordemos a Ladainha de Todos os Santos que roga: “da morte súbita, livrai-nos Senhor”), chega ao próprio leito e perante a presença de todos os que amamos. Hector Tizón resume-a assim: “a desatenção à morte é um fato que acontece mais nas cidades. No campo, na zona rural, a presença da morte é bem mais eloquente. Nas cidades, por exemplo, já não existe o que se chamava pompa fúnebre: quanto mais rápido terminarmos o assunto, melhor. Nas famílias, na época em que eu era garoto, os adultos nos chamavam e nos diziam: a avó está morrendo, vão despedir-se. E nós íamos ver a avó, pegávamos na mão dela e nos despedíamos do morto”.
No contexto urbano a morte é algo negado, proibido, intervindo ou, em palavras de Geoffrey Gorer, “pornográfico”; algo que não pode se nomeado e geralmente ocorre num hospital, ali onde pode ocultar-se. Para Philippe Ariès, não se pode falar sobre a morte. “Tudo sucede agora como se nem eu nem você nem os que me são caros fôssemos mortais” (1). É um dos novos tabus. Só a morte violenta é que tem imprensa.
Por outro lado, o desenvolvimento da medicina adquirindo conhecimento na ciência e na tecnologia conduziu com seus grandes lucros à medicalização de inúmeros momentos, especialmente os do princípio e final da vida, atingindo em ocasiões ao que hoje se denomina “encarniçamento terapêutico”. Por exemplo, com a epidemia de pólio em meados do século XX chega a terapia intensiva; a cirurgia cardiovascular e os transplantes contribuem também à complexização da tecnologia. Tudo isso faz com que apareça uma nova clínica, a do doente crítico, que já não só é atendido na sala de urgência como se acostumava senão que ingressa a um novo espaço hospitalar especialmente preparado para ele e onde abunda a tecnologia para o suporte vital (respiradores artificiais e outros artefatos).
“O nascimento da medicina intensiva supôs uma mudança conceitual de enormes consequências. Pouco a pouco, o velho conceito de “morte natural” foi perdendo vigência, sendo substituído pelo de morte intervinda. E aqui começaram os problemas éticos. A quem correspondem as decisões das quais dependem a vida e a morte das pessoas? Esta é talvez a mais aguda das questões, e a que deu origem à nova bioética” (2). Quando devemos limitar os tratamentos em cada caso individual e deixar que a natureza siga seu curso? Esta limitação do esforço terapêutico e a autonomia do enfermo expressa em sua vontade antecipada de aceitar ou não determinados tratamentos, é uma das acepções da frequentemente denominada “morte digna”, expressão polissêmica se existir. Para outros, a mesma expressão se identifica com a eutanásia.
OS FINS DA MEDICINA
Estas e outras questões, tais como os altos custos que implica a nova medicina e a desumanização da relação médico-paciente, levaram a uma reformulação dos fins da medicina, além das visões triunfalistas (“a medicina pode tudo”) e da dificuldade de lidar com a finitude. Entre outros, Daniel Callahan do Hastings Center de Nova York, iniciou em 1993 uma reflexão liderando grupos de 14 países, e esboçou como fins da medicina a prevenção da doença e a promoção da saúde, o alívio da dor e do sofrimento causado pelas doenças, o cuidado e cura dos enfermos, o cuidado dos que não podem ser curados, prevenir a morte prematura e possibilitar uma morte em paz. O objetivo não é só a cura senão o acompanhamento e cuidado dos que já não serão curados. O curso de graduação nas faculdades de medicina costuma centrar-se na cura e não prepara o futuro médico para tratar o enfermo incurável e, menos ainda, em sua fase terminal; isso contribui, entre outros fatores, a que os médicos, diante do sofrimento do paciente, muitas vezes vejam a eutanásia e o suicídio assistido como as únicas soluções possíveis. Os cuidados paliativos e os hóspices modernos surgiram como resposta a uma realidade descuidada: os enfermos incuráveis e em certas ocasiões aqueles que já estão morrendo.
Existe um abundante corpo conceitual elaborado a partir da pesquisa científica e a prática interdisciplinar que se ocupa do doente e de seu entorno, de acordo com a complexidade de uma situação que implica sintomas físicos e psíquicos (dor, ansiedade), aspectos sociais (organização familiar para o cuidado, recursos econômicos, abandono) e questões existenciais e religiosas, como o mistério da doença e da morte. Este novo estilo de relação médico-paciente permite que o doente dê sua palavra e intervenha nas decisões que o afetam. No entanto, os cuidados paliativos e os hóspices ainda não são o suficientemente difundidos como para ser oferecidos a todas as pessoas.
ENTRE SACRALIDADE DA VIDA E A QUALIDADE DE VIDA
“Morrer indignamente é morrer sozinho, abandonado, em um espaço inóspito e anônimo, em um não-lugar (seguindo a expressão do antropólogo francês Marc Auge). Morrer indignamente significa morrer sofrendo desnecessariamente ou morrer atado a um artefato técnico que acaba convertendo-se no soberano de meus últimos dias. Morrer indignamente significa, igualmente, morrer incomunicado, rodeado de pessoas insensíveis, especialistas sem alma, de burocratas, que desenvolvem mecanicamente seu trabalho profissional” (3). É difícil definir a qualidade de vida de cada doente e de sua família; entrecruzam-se múltiplos elementos subjetivos. É mais fácil dizer o que é morrer indignamente, sem qualidade de vida, que generalizar o sentido deste conceito. Com freqüência se estrutura a discussão de forma dilemática como uma opção entre a vida como valor sagrado e a qualidade de vida. A vida humana tem um valor sagrado mas também deve-se velar para que tenha qualidade: nem todos os tratamentos que prolongam a vida biológica resultam humanamente benéficos para o paciente (4). As pessoas não têm a obrigação de aceitar meios desproporcionados para prolongar a vida.
O atendimento pastoral no final da vida reveste grande importância para o doente e o meio ao qual pertence, tanto como acompanhamento espiritual, se a pessoa tiver fé ou não, como no apoio de sua comunidade religiosa e, no caso dos fiéis católicos, a participação nos sacramentos que confortam na fé, esperança e amor. Mas, em nosso contexto secularizado e plural, o final da vida talvez seja, para as pessoas mais íntimas da pessoa que está falecendo uma das poucas ocasiões de encontrar um momento de calma para refletir sobre aspectos mais transcendentes da vida. Daí a importância de que os rituais em torno da morte sejam uma expressão autêntica e significativa de que a Vida pode mais que a morte e de que é bom optar pelo “único necessário”
Autor: Isabel M. Pincemin
Fonte: Mirada Global

http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_noticia=20579&cod_canal=46 

PI tem água?

Em São João do Piauí não falta água, porém no interior encontramos represas assim!