quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Picasso e os computadores....

Os computadores são inúteis. A única coisa que podem fazer é dar respostas.” Pablo Picasso

Muito mais que respostas, mestre: perguntas! Picasso, sem dúvida, preferia outras telas, todas irretocáveis! No entanto, a humanidade também escolheu incluir em seu acervo outras tantas, tingidas pelas cores do avanço tecnológico, que nos lançou numa nova era na frisa do tempo.
A escrita marcou a entrada do homem na História e a partir de então, nossa cultura cresceu e evoluiu tendo nessa forma de comunicação seu elo mais indispensável. A invenção da imprensa, milênios depois, só veio confirmar a importância de seu acesso e difusão, e seu poder incalculável na formação das ideias e das mentalidades.
Hoje, dado o crescimento espantoso da população mundial, o aumento da longevidade da nossa espécie, as demandas do progresso e a globalização, fez-se necessário uma agilidade ainda maior na comunicação, um alcance sem precedentes da informação ao maior número possível de indivíduos. A informática - a informação automática -, é muito mais do que um computador ou um celular, é muito mais do que o conhecimento que podemos obter na ponta dos dedos, vai muito além da mera troca de dados. A máquina não é só um meio de comunicação, uma nova mídia, é um modo de vida. Informação não é tudo, também se quer contato, encontro, com os outros e com o melhor de nós mesmos. As redes sociais espontaneamente revelam o perfil de quem navega, os grupos que se formam a partir do menor estímulo, as novas formas de comportamento que a rede possibilita e transforma.
Nossa cultura nunca mais será a mesma, viramos do avesso a ciência, a arte, a criação e a criatura humana. Daqui para frente, não sabemos tudo que há de vir, que respostas queremos encontrar, mas uma coisa é certa: por muito tempo ainda teclaremos buscar.
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/era_digital.htm

PROIBIR O USO DA BURCA: segurança pública ou medo da expansão dos muçulmanos?

O líder governista no Parlamento francês, deputado Jean François Copé, anunciou, nesta quinta-feira, que irá apresentar um projeto de lei para proibir o uso da burca - traje usado por mulheres muçulmanas que cobre todo o corpo e só deixa os olhos à mostra - na França.A proposta prevê uma multa de 750 euros (R$ 1,8 mil) para qualquer pessoa que mantenha o rosto "completamente coberto" em espaços públicos."Se não agirmos rápido, o risco é que um dia, em um, dois ou três anos, a burca se torne um fenômeno de moda. A última tendência de elegância", afirmou Copé, presidente do partido governista União para um Movimento Popular (UMP) no Parlamento.Além da proibição do uso da vestimenta, o texto prevê uma sanção para quem "obrigar uma mulher a usar o véu integral".De acordo com Copé, a criação da lei para proibição da burca ocorre por "razões de segurança pública". Ele defende também a adoção, pelo Parlamento, de uma resolução sobre o respeito do direito das mulheres.

http://noticias.uol.com.br/bbc/2010/01/07/ult5022u4478.jhtm

Tarifa de Ônibus ABSURDO!!!!!!!!!

Aumento é maior do que a inflaçãoO último aumento na passagem de ônibus na capital paulista ocorreu em novembro de 2006. O valor reajustado pelo prefeito é superior à inflação do período, que, segundo o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), foi de 15,36% entre novembro de 2006 e dezembro de 2009.

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/01/07/ult5772u6943.jhtm

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Campanha da Fraternidade 2010 - Economia e Vida

Economia e vida, assuntos da escola
A globalização econômica, cultural e científica, enquanto aprofunda a fenda da exclusão social de uns, traz a outros um poder jamais antes imaginado. Mediante a tecnologia, um recém-nascido pode levantar toneladas até o topo de um edifício, com o simples toque do pequenino dedo no ponto de contato digital do elevador.O ser humano, antes reverente ao mistério da natureza, agora, fascinado pelas próprias possibilidades, subjuga o planeta a interesses econômicos jamais refletidos nem julgados nas possíveis conseqüências. Identificadas com seus super-poderes as gerações culturalmente consumistas procuram uma autonomia oposta à simplicidade essencial requerida pelo equilíbrio da vida e das relações sustentáveis. Repensar o lugar humano na existência e ver a igualdade de todos os seres no direito de coexistir em um planeta saudável é o difícil papel da educação neste tempo de ânsia e urgência pela volta da sacralidade, principal guardiã da vida. Papel que a escola só cumprirá pela mediação das ciências que tocam mistérios bem mais amplos do que a inconsequente economia global. Mistérios localizados no nível da transcendência e expressos na cultura humana em forma de religiosidade, que a escola identifica, reflete, e transforma em consciência e em cidadania, nas aulas de Ensino Religioso.
Maria Inês CarniatoDiretora de redação (http://www.paulinas.org.br/dialogo/home.aspx)

Material didático DIREITOS HUMANOS

Cartilha dos Direitos Humanos


A Cartilha dos Direitos Humanos produzido para crianças pelo Governo Brasileiro poderá contribuir nas aulas sobre Diversidade Religiosa para 2010. Confira !!!
http://www.mj.gov.br/sedh/documentos/CartilhaZiraldo.pdf

Eu uso transporte público em S. Paulo...é uma porcaria!!!!!!

SP: Prefeitura reajusta a tarifa de ônibus em 17%
Pegar ônibus em São Paulo vai ficar mais caro a partir de 2010. O novo reajuste da prefeitura, que entra em vigor no dia 4 de janeiro, elevou a tarifa do coletivo em 17%. Visite UOL Notícias

Fórum Social Mundial

Dez anos depois, Fórum Social Mundial volta a Porto Alegre para "redescobrir" suas origens
Flávio IlhaEspecial para o UOL NotíciasEm Porto Alegre
Dez anos depois da sua primeira edição, o Fórum Social Mundial (FSM) volta a Porto Alegre no final de janeiro para celebrar o que os organizadores chamam de uma nova cultura política na esquerda mundial. Mais enxuto e sem a presença massiva de participantes que caracterizaram as edições brasileiras do evento, o FSM de 2010 quer redescobrir suas origens.

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/01/04/ult5772u6767.jhtm

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Enchentes na Zona Leste.... não votei Kassab nem VOTO SERRA!


Comportas fechadas na barragem da Penha para proteger a marginal ajudaram a alagar a zona leste de SP
As seis comportas da barragem da Penha, na zona leste de São Paulo, foram completamente fechadas às 2h50 do dia 8 de dezembro, dia em que a cidade enfrentou fortes temporais e viu diversos pontos alagarem como há muito tempo não se via. Somente dois dias depois, às 17h20, todas as comportas foram abertas. Os dados, fornecidos pelo engenheiro responsável pela barragem, João Sérgio, indicam que houve uma clara escolha da empresa responsável: alagar os bairros pobres da zona leste para evitar o alagamento das marginais e do Cebolão, conjunto de obras que fica no encontro dos rios Tietê e Pinheiros.
“Mesmo fechando as comportas, encheu o [córrego] Aricanduva. Se eu não tivesse fechado aqui, teria alagado as marginais e toda São Paulo”, justificou Sérgio, que explicou que a decisão vem da direção da Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), apesar de a barragem pertencer ao DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica). Ele acrescentou ainda que no dia 9 duas comportas foram abertas às 10h10 e mais duas às 21h.
Barragem da Penha, na zona leste, vista com todas as comportas abertasO engenheiro argumenta que cada barragem (são quatro em São Paulo: Móvel, Penha, Mogi das Cruzes, Ponte Nova) é responsável apenas por administrar o fluxo de água do local e não sabe o que acontece nos outros pontos, porque não há comunicação. Mas ele acredita que as comportas foram abertas nas barragens de cima, em Mogi, e isso influenciou no alagamento da região da zona leste.
“Não recebo informações de outras barragens. As de cima são administradas pela Sabesp e as de baixo pela Emae. Eu só respondo por essa barragem e às ordens da Emae”, disse. “Também acho estranho o nível da água não baixar aqui e não sei por que está indo para os bairros, mas não precisa ser especialista para ver que está assoreado [o rio]“.
Ele trabalha há quase 15 anos no local e conta que desde o governo de Orestes Quércia (1987-1991) não são colocadas dragas para desassorear o rio na parte que fica acima da barragem. “O governo tentou colocar de novo, mas a própria Secretaria de Meio Ambiente não deixou, porque não tinha bota-fora [local para despejar a terra retirada]“, afirmou.
O desassoreamento do rio daria mais velocidade ao escoamento da água e aumentaria a área de reserva de água perto da barragem, o que impediria o transbordamento para os bairros adjacentes.Leia maisDoenças decorrentes de enchente começam a se proliferar em núcleo habitacional de São PauloÁgua causa mais de 60% de internações de criançasMorador espera 4 horas por atendimento médico em bairro alagado de SPMais de uma semanadepois, prefeitura começaa cadastrar vítimas de enchente em SPBairro alagado pode ser bombeado, diz KassabPrefeitura vai isentarIPTU de imóveis alagadosCâmara-SP corta verba contra enchentes em Orçamento
Para Ronaldo Delfino de Souza, coordenador do Movimento de Urbanização e Legalização do Pantanal, o governo fez uma opção. “Ou alagava a marginal ou matava as pessoas no Pantanal. E matou”, disse. “E ainda bota a culpa nas moradias. O Estado só se preocupa com o escoamento de mercadorias, só pensa em rodovia. Vida humana não importa”.
Moradores e deputados estaduais fizeram nesta quarta-feira (17) uma inspeção no local para saber se a abertura das comportas tinha relação com o alagamento no Jardim Romano e no Jardim Pantanal, que já dura nove dias.
O movimento, formado por moradores de diversos bairros localizado na várzea do rio Tietê, acusa o governo do Estado e a prefeitura de manterem a água represada além do necessário como forma de obrigar as famílias a deixarem a região, onde será construído o Parque Linear da Várzea do Rio Tietê. Há anos, os moradores resistem em sair dali, porque dizem que o governo não apresenta um projeto habitacional concreto e apenas oferece uma bolsa-aluguel.
“Não era para as máquinas estarem trabalhando aqui? Cadê? Não tem um funcionário do governo aqui”, reclamou, apontando para as ilhas que aparecem no meio do rio, logo acima da barragem da Penha. As dragas são vistas somente na parte de baixo da construção.
O assoreamento do rio Tietê é claramente percebido na parte de cima da barragem“Os córregos do Pantanal já estavam muito cheios três dias antes da chuva. Como não abriram a barragem sabendo que ia chover?”, perguntou Souza, indignado. “O que a gente viu aqui é que não houve possibilidade de escoamento, porque a água ultrapassou o nível das comportas e não tinha velocidade para descer, não tinha gravidade”, concluiu.
Segundo os registros da barragem, no dia 8 a água ficou acima do nível das comportas por 5 a 6 horas. Sérgio explicou que a queda do rio Tietê é de apenas 4% e por isso a vazão demora cerca de 72 horas desde a barragem de Mogi das Cruzes até o centro da cidade — isso sem chuva. “É demorado, sempre foi”, disse.
“Imagina o que uma hora de comportas fechadas não faz de estrago lá no Pantanal”, falou Souza, diante dos dados. “Se fecha aqui, a água para de novo, perde velocidade e vai demorar mais 72 horas para descer”, afirmou.
Garoto utiliza cavalo para passar pelas águas represadas do Jardim Romano, na zona lesteVeja outras imagens da inundação na região
Os deputados estaduais que acompanharam a inspeção concordam con a teoria dos moradores. “Foi feita uma escolha e a corda estourou do lado mais fraco”, afirmou o deputado estadual Raul Marcelo (PSOL). “É uma questão grave. A falta de comunicação e de um gerenciamento unificado são prova de uma falta de governância e de um planejamento na administração das barragens, o que levou, em grande parte, ao fato do bairro do Pantanal ter sido alagado”.
“Há uma estranha coincidência de que no momento da desocupação há um alagamento desses e ninguém consegue escoar a água. Não havia uma inundação dessas há 15 anos e o nível das águas está subindo mesmo sem chuva. É muito estranho e as autoridades têm que explicar”, completou o deputado estadual Adriano Diogo (PT).
Eles farão um relatório sobre a inspeção e pretendem denunciar o caso, junto com a situação da estação de tratamento de esgoto (leia aqui), aos Ministérios Públicos Estadual e Federal.
Procurada pela reportagem, a Secretaria Estadual de Sanemaneto e Energia, responsável pela Emae, informou que a escolha foi técnica e foram aplicadas as regras de abertura e fechamento das comportas estabelecidas pela Emae desde o início de 2007, quando a empresa assumiu o comando das operações da barragem da Penha.
Fonte: Fabiana Uchinaka/UOL Notícias

Enchentes na Zona Leste.... não votei Kassab nem VOTO SERRA!

Comportas fechadas na barragem da Penha para proteger a marginal ajudaram a alagar a zona leste de SP
As seis comportas da barragem da Penha, na zona leste de São Paulo, foram completamente fechadas às 2h50 do dia 8 de dezembro, dia em que a cidade enfrentou fortes temporais e viu diversos pontos alagarem como há muito tempo não se via. Somente dois dias depois, às 17h20, todas as comportas foram abertas. Os dados, fornecidos pelo engenheiro responsável pela barragem, João Sérgio, indicam que houve uma clara escolha da empresa responsável: alagar os bairros pobres da zona leste para evitar o alagamento das marginais e do Cebolão, conjunto de obras que fica no encontro dos rios Tietê e Pinheiros.
“Mesmo fechando as comportas, encheu o [córrego] Aricanduva. Se eu não tivesse fechado aqui, teria alagado as marginais e toda São Paulo”, justificou Sérgio, que explicou que a decisão vem da direção da Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), apesar de a barragem pertencer ao DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica). Ele acrescentou ainda que no dia 9 duas comportas foram abertas às 10h10 e mais duas às 21h.
Barragem da Penha, na zona leste, vista com todas as comportas abertasO engenheiro argumenta que cada barragem (são quatro em São Paulo: Móvel, Penha, Mogi das Cruzes, Ponte Nova) é responsável apenas por administrar o fluxo de água do local e não sabe o que acontece nos outros pontos, porque não há comunicação. Mas ele acredita que as comportas foram abertas nas barragens de cima, em Mogi, e isso influenciou no alagamento da região da zona leste.
“Não recebo informações de outras barragens. As de cima são administradas pela Sabesp e as de baixo pela Emae. Eu só respondo por essa barragem e às ordens da Emae”, disse. “Também acho estranho o nível da água não baixar aqui e não sei por que está indo para os bairros, mas não precisa ser especialista para ver que está assoreado [o rio]“.
Ele trabalha há quase 15 anos no local e conta que desde o governo de Orestes Quércia (1987-1991) não são colocadas dragas para desassorear o rio na parte que fica acima da barragem. “O governo tentou colocar de novo, mas a própria Secretaria de Meio Ambiente não deixou, porque não tinha bota-fora [local para despejar a terra retirada]“, afirmou.
O desassoreamento do rio daria mais velocidade ao escoamento da água e aumentaria a área de reserva de água perto da barragem, o que impediria o transbordamento para os bairros adjacentes.Leia maisDoenças decorrentes de enchente começam a se proliferar em núcleo habitacional de São PauloÁgua causa mais de 60% de internações de criançasMorador espera 4 horas por atendimento médico em bairro alagado de SPMais de uma semanadepois, prefeitura começaa cadastrar vítimas de enchente em SPBairro alagado pode ser bombeado, diz KassabPrefeitura vai isentarIPTU de imóveis alagadosCâmara-SP corta verba contra enchentes em Orçamento
Para Ronaldo Delfino de Souza, coordenador do Movimento de Urbanização e Legalização do Pantanal, o governo fez uma opção. “Ou alagava a marginal ou matava as pessoas no Pantanal. E matou”, disse. “E ainda bota a culpa nas moradias. O Estado só se preocupa com o escoamento de mercadorias, só pensa em rodovia. Vida humana não importa”.
Moradores e deputados estaduais fizeram nesta quarta-feira (17) uma inspeção no local para saber se a abertura das comportas tinha relação com o alagamento no Jardim Romano e no Jardim Pantanal, que já dura nove dias.
O movimento, formado por moradores de diversos bairros localizado na várzea do rio Tietê, acusa o governo do Estado e a prefeitura de manterem a água represada além do necessário como forma de obrigar as famílias a deixarem a região, onde será construído o Parque Linear da Várzea do Rio Tietê. Há anos, os moradores resistem em sair dali, porque dizem que o governo não apresenta um projeto habitacional concreto e apenas oferece uma bolsa-aluguel.
“Não era para as máquinas estarem trabalhando aqui? Cadê? Não tem um funcionário do governo aqui”, reclamou, apontando para as ilhas que aparecem no meio do rio, logo acima da barragem da Penha. As dragas são vistas somente na parte de baixo da construção.
O assoreamento do rio Tietê é claramente percebido na parte de cima da barragem“Os córregos do Pantanal já estavam muito cheios três dias antes da chuva. Como não abriram a barragem sabendo que ia chover?”, perguntou Souza, indignado. “O que a gente viu aqui é que não houve possibilidade de escoamento, porque a água ultrapassou o nível das comportas e não tinha velocidade para descer, não tinha gravidade”, concluiu.
Segundo os registros da barragem, no dia 8 a água ficou acima do nível das comportas por 5 a 6 horas. Sérgio explicou que a queda do rio Tietê é de apenas 4% e por isso a vazão demora cerca de 72 horas desde a barragem de Mogi das Cruzes até o centro da cidade — isso sem chuva. “É demorado, sempre foi”, disse.
“Imagina o que uma hora de comportas fechadas não faz de estrago lá no Pantanal”, falou Souza, diante dos dados. “Se fecha aqui, a água para de novo, perde velocidade e vai demorar mais 72 horas para descer”, afirmou.
Garoto utiliza cavalo para passar pelas águas represadas do Jardim Romano, na zona lesteVeja outras imagens da inundação na região
Os deputados estaduais que acompanharam a inspeção concordam con a teoria dos moradores. “Foi feita uma escolha e a corda estourou do lado mais fraco”, afirmou o deputado estadual Raul Marcelo (PSOL). “É uma questão grave. A falta de comunicação e de um gerenciamento unificado são prova de uma falta de governância e de um planejamento na administração das barragens, o que levou, em grande parte, ao fato do bairro do Pantanal ter sido alagado”.
“Há uma estranha coincidência de que no momento da desocupação há um alagamento desses e ninguém consegue escoar a água. Não havia uma inundação dessas há 15 anos e o nível das águas está subindo mesmo sem chuva. É muito estranho e as autoridades têm que explicar”, completou o deputado estadual Adriano Diogo (PT).
Eles farão um relatório sobre a inspeção e pretendem denunciar o caso, junto com a situação da estação de tratamento de esgoto (leia aqui), aos Ministérios Públicos Estadual e Federal.
Procurada pela reportagem, a Secretaria Estadual de Sanemaneto e Energia, responsável pela Emae, informou que a escolha foi técnica e foram aplicadas as regras de abertura e fechamento das comportas estabelecidas pela Emae desde o início de 2007, quando a empresa assumiu o comando das operações da barragem da Penha.
Fonte: Fabiana Uchinaka/UOL Notícias
http://psolsp.org.br/?p=3856

Pedágios abusivos

Abaixo-assinado contra os pedágios abusivos
O número de praças de pedágios nas rodovias paulistas cresceu absurdamente nos últimos anos. Mesmo em áreas da Grande S. Paulo, em locais a menos de 35 km do marco zero da capital (Praça da Sé) e que por lei deveriam ser proibidos. Até em rodovias que foram projetadas como rotas alternativas ao caótico trânsito da cidade, caso do Rodoane l, que hoje também é pedagiado.
Mas não é só na Grande S. Paulo que os pedágios trazem transtornos graves à população. Muitas cidades do interior foram cortadas e isoladas com a criação de pedágios que não levaram em conta a realidade local e o impacto na economia dos municípios atingidos.
Enquanto isso as concessionárias obtêm lucros exorbitantes, em dez anos, o lucro líquido auferido pelas concessionárias chegou a 3 bilhões de reais, um aumento de 1.053%. A arrecadação total prevista para 2009 é de 4 bilhões de reais.

Convidamos você a manifestar sua indignação, assine o abaixo-assinado eletrônico e expresse sua opinião. Para assinar basta clicar aqui.
Junto com movimentos contra os pedágios que estão atuantes em vários bairros da capital, em cidades da Grande S. Paulo e nas cidades do interior do Estado atingidas pelos pedágios, queremos colher milhares de assinaturas para entregar à Assembléia Legislativa e ao governador do Estado de S. Paulo expressando a indignação na população paulista com os pedágios mais caros do país.
Para assinar é muito simples, basta clicar no link: http://www.apoiopopular.org/ e preencher o formulário (depois o site envia um e-mail automático de confirmação, não deixe de confirmar).


www.apoiopopular.org