sexta-feira, 17 de junho de 2011

QUANDO A MORTE NOS SURPREENDE COM SUA "VISITA" FICAMOS SEM SABER O QUE PENSAR

AULA DE PSICOLOGIA APLICADA A ENFERMAGEM - II

Filme DEPARTURES = A PARTIDA, leia a crítica abaixo e depois faça seu comentário:


CRÍTICA http://www.cranik.com/apartida.html  (acesso 30/10/10) - A PARTIDA:


A morte é sempre um tema caro ao cinema. Por mais que procuremos entendê-la, quando ela nos surpreende com a sua "visita" ficamos sem saber o que pensar. Afinal a morte acaba com todas as certezas que supúnhamos ter. O japonês "A Partida" (2008) questiona a morte por outro ângulo, a do preparador de cadáveres.

Daigo (Masahiro Motoki) é um violoncelista que vendo a orquestra onde tocava se desmanchar resolve voltar para sua casa e arrumar outro emprego, recomeçar. Eis que arruma um emprego de preparador de defuntos. Quando a pessoa morre, seus familiares contratam o serviços de Daigo e seu patrão, para deixar o morto mais bonito e mas bem arrumado para a passagem de mundos que a morte propicia.

É muito metafórica e simbólica a morte no filme de Yojiro Takita. O diretor abocanhou o Oscar de melhor filme estrangeiro, pois além da morte seu filme traça paralelos com outros temas como a relação que desenvolvemos com a comida, e porque não com as pessoas mortas , o preconceito com quem trabalha nesse ramo e a necessidade de todo mundo de rever a própria vida, a partir da morte. Talvez essa seja a maior função para os que ficam, rever padrões, atitudes, escolhas.

O filme proporciona ao personagem esse mergulho nos reais significados da vida e vai oferecendo ao expectador uma sensação semelhante. Tudo com muita sutileza e sensibilidade para que se tenha tempo de digerir o ocorrido. Não é choroso o tratamento dado ao tema, é emocional, portanto mais profundo. O filme não deixa de ser uma experiência compartilhada entre Daigo e o público.

Ao se conectar com a morte, Daigo enfrenta o preconceito da mulher, fica só e se dedica a uma profissão desprezada por muitos. As imagens que Takita oferece de Daigo tocando seu violoncelo tendo como fundo a paisagem japonesa reflete como a própria arte do protagonista foi "contaminada" por essa experiência.

A sensação é que a morte é algo belo e que merece ser reverenciada. Afinal não há o que fazer quando ela ocorre. E se a morte é uma passagem de mundos - como defende algumas religiões - porque não preparar o ente querido para que este chegue a outro lugar melhor? A morte revela a matéria dispensável que é nosso corpo.

O diretor não se furta de certa ironia nas cenas onde questiona a relação que estabelecemos com os animais que comemos nas refeições, criando uma associação bizarra - e pertinente – de que também somos como vermes, pronto a devorar um "corpo" morto. Afinal, vacas, bois, galinhas, porcos, frangos e aves em geral servem de alimentos - nutritivos - para os vivos. No Japão onde se come carne crua, imagina o impacto da metáfora? Que serve também para qualquer apreciador de carne.

Por aqui, o corpo também é aparentemente arrumado, maquiado e preparado para que no funeral esteja mais apresentado. O que o filme mostra é uma tradição (o que se supõe pelo filme) japonesa que parece tornar mais bonita e menos impactante a morte, ao propor aos familiares verem o corpo do ente querido manipulado e preparado, supõe-se que o impacto talvez seja menos doloroso.

Simbólico, por vezes engraçado, sensível e emocionante, "A Partida" proporciona diferentes “mergulhos” no conturbado universo da morte. Daigo descobre em sua vida as pequenas mortes inevitáveis no percurso de sua trajetória e a necessidade de renascimento que nos é proporcionado a cada virada de rumo na nossa vida. Oportunidades essas geralmente desperdiçadas, dado a nossa sempre ineficiente disposição a encarar a morte com olhos generosos.


Ficha Técnica -Ano: Japão/2008 - Direção: Yojiro Takita - atores: Masahiro Motoki , Tsutomu Yamazaki , Ryoko Hirosue , Kazuko Yoshiyuki , Kimiko Yo - Duração: 130 min.

OS ESTÁGIOS DA DOR DA MORTE

“Os 5 Estágios da Dor da Morte - A reação psíquica determinada pela experiência com a morte foi descrita por Elisabeth Kubler-Ross como tendo cinco estágios (Berkowitz, 2001):

Primeiro Estágio: negação e isolamento
A Negação e o Isolamento são mecanismos de defesas temporários do Ego contra a dor psíquica diante da morte. A intensidade e duração desses mecanismos de defesa dependem de como a própria pessoa que sofre e as outras pessoas ao seu redor são capazes de lidar com essa dor. Em geral, a Negação e o Isolamento não persistem por muito tempo.

Segundo Estágio: raiva
Por causa da raiva, que surge devido à impossibilidade do Ego manter a Negação e o Isolamento, os relacionamentos se tornam problemáticos e todo o ambiente é hostilizado pela revolta de quem sabe que vai morrer. Junto com a raiva, também surgem sentimentos de revolta, inveja e ressentimento.

Nessa fase, a dor psíquica do enfrentamento da morte se manifesta por atitudes agressivas e de revolta; - porque comigo? A revolta pode assumir proporções quase paranóides; “com tanta gente ruim pra morrer porque eu, eu que sempre fiz o bem, sempre trabalhei e fui honesto”...

Transformar a dor psíquica em agressão é, mais ou menos, o que acontece em crianças com depressão. É importante, nesse estágio, haver compreensão dos demais sobre a angústia transformada em raiva na pessoa que sente interrompidas suas atividades de vida pela doença ou pela morte.

Terceiro Estágio: barganha
Havendo deixado de lado a Negação e o Isolamento, “percebendo” que a raiva também não resolveu, a pessoa entra no terceiro estágio; a barganha. A maioria dessas barganhas é feita com Deus e, normalmente, mantidas em segredo.

Como dificilmente a pessoa tem alguma coisa a oferecer a Deus, além de sua vida, e como Este parece estar tomando-a, quer a pessoa queira ou não, as barganhas assumem mais as características de súplicas.

A pessoa implora que Deus aceite sua “oferta” em troca da vida, como por exemplo, sua promessa de uma vida dedicada à igreja, aos pobres, à caridade ... Na realidade, a barganha é uma tentativa de adiamento. Nessa fase o paciente se mantém sereno, reflexivo e dócil (não se pode barganhar com Deus, ao mesmo tempo em que se hostiliza pessoas).

Quarto Estágio: depressão
A Depressão aparece quando o paciente toma consciência de sua debilidade física, quando já não consegue negar suas condições de doente, quando as perspectivas da morte são claramente sentidas. Evidentemente, trata-se de uma atitude evolutiva; negar não adiantou, agredir e se revoltar também não, fazer barganhas não resolveu. Surge então um sentimento de grande perda. É o sofrimento e a dor psíquica de quem percebe a realidade nua e crua, como ela é realmente, é a consciência plena de que nascemos e morremos sozinhos. Aqui a depressão assume um quadro clínico mais típico e característico; desânimo, desinteresse, apatia, tristeza, choro, etc.

Quinto Estágio: aceitação
Nesse estágio o paciente já não experimenta o desespero e nem nega sua realidade. Esse é um momento de repouso e serenidade antes da longa viagem.

É claro que interessa, à psiquiatria e à medicina melhorar a qualidade da morte (como sempre tentou fazer em relação à qualidade da vida), que o paciente alcance esse estágio de aceitação em paz, com dignidade e bem estar emocional. Assim ocorrendo, o processo até a morte pôde ser experimentado em clima de serenidade por parte do paciente e, pelo lado dos que ficam, de conforto, compreensão e colaboração para com o paciente.”


Sua leitura e reflexão podem sem ampliadas consultando a fonte do recorte acima, veja: Ballone GJ - Lidando com a Morte - in. PsiqWeb Psiquiatria Geral, Internet, 2010 - disponível em http://sites.uol.com.br/gballone/voce/postrauma.html

domingo, 5 de junho de 2011

Um ano de contagem!

A todos que visitam meu blog, muito obrigado!

Estaremos completando um ano de contagem dos visitantes e está dando uma média de 30 visitas por dia. Parabéns a você que visita meu blog!

Abreijos e apareça sempre,


Galiani

O Português são dois. Ou vários

Olá gestores e educadores,


Na semana passada, o livro didático “Por uma Vida Melhor” virou motivo de polêmica nacional ao incluir frases com erros de concordância em uma das lições presentes na publicação, trecho este que aborda as diferenças entre a norma culta e a falada. O texto abaixo, escrito pela professora de Português e doutoranda em Letras pela Universidade Mackenzie-SP, Carmen Valle, afirma que a discussão não deve ser a respeito da comparação feita pelo livro e sim a respeito do método de ensino das escolas atualmente. E você, o que pensa sobre isso? Será que o livro está certo em abordar estas diferenças? Veja mais detalhes no texto a seguir, produzido especialmente para os leitores do Jornal Virtual.

Boa leitura!

O Português são dois. Ou vários

Uma enorme e complexa polêmica foi criada em torno do livro Por uma Vida Melhor, distribuído pelo MEC. A importância desse debate, no entanto, está na oportunidade de clarear questões linguísticas e pedagógicas capazes de promover uma mudança positiva no ensino de língua. E não nas críticas aferradas.

É sabido que a universalização do ensino trouxe aos bancos escolares as classes populares que antes não tinham acesso à educação. Quem frequentou a escola pública dos anos 70 deve se lembrar de que a escola era para a elite e era a elite que ensinava nessas escolas. Naquela época, vínhamos de casa já falantes da norma padrão. O cenário, hoje, é outro; e os atores vêm de famílias compostas por, muitas vezes, nenhum ente alfabetizado. É obrigação da escola ensinar a norma padrão? Indubitavelmente, continua sendo. O fato é que Drummond estava certíssimo: “O português são dois: o outro, mistério.” É nessa constatação que nós, professores de português e linguistas, nos baseamos para defender a ideia de que há várias línguas portuguesas, ou brasileiras, habitando o mesmo espaço.

Para um aluno que chega à escola, falante de uma variante linguística de ordem diastrática (nível social), e que faz uso, para se comunicar, de frases como “nóis pega os peixe”, é improdutivo exigir que compreenda e apreenda as regras da gramática normativa de uma hora para a outra. Parece simples, “Você fala errado! Não importa que seus amigos e sua família se entendam nessa língua. O certo é ‘nós pegamos os peixes’”. Isso não funciona. Basta verificar a atuação pífia de nossos alunos nos instrumentos de avaliação. Esses alunos integram o imaginário coletivo de que a educação é a única ponte possível para se chegar à tão sonhada e necessária mobilidade social. E, de fato, deveria ser.

É compreensível que o olhar daqueles que não enfrentam o dia a dia da sala de aula e tomam por base os resultados vergonhosos do Brasil, em exames como o PISA, seja mesmo de indignação. Mas a questão é bem outra.

A verdade é que o aluno precisa, sim, saber que a variante de que ele faz uso não é “errada”, que essa língua de que ele se utiliza, sistematizada e interiorizada por seu grupo social, é válida. Mas é apenas uma das tantas modalidades linguísticas que um país deste tamanho possui. A norma padrão também era uma variante e foi escolhida como padrão por ser a variante linguística do grupo que gozava de melhor condição socioeconômica. Coexistiam as variantes e ainda coexistem. Não há necessidade de eliminar uma para que a outra seja única. É um olhar míope sobre nossa realidade linguística.

Enfim, ensinar, de início, norma padrão a alunos cuja biografia linguística abarca outra variante é o mesmo que, grosso modo, ensinar as regras da língua francesa a falantes de espanhol. Ninguém entende ninguém. E o resultado é o que temos, o fracasso do ensino da língua. O conceito está corretíssimo. Equivocado é o caminho percorrido. A norma padrão, cujo ensino é, sim, obrigação da escola, deve ser o ponto de chegada e não de partida. Essa é a grande questão. O ensino da língua deve partir da observação e do entendimento da variante do aluno para a reflexão e a apreensão das normas da língua padrão.

Esse livro não é o absurdo que parece ser. Absurdo é cortar a voz de um povo e classificá-lo como melhor ou pior pela variante que usa. Absurdo é o professor, que professa diariamente nos mais diversos rincões deste país, não ter formação e valorização necessárias para a reinvenção de suas práticas pedagógicas e dos caminhos a serem percorridos para o ensino efetivo da língua. Isso, sim, é um crime!

Texto de Carmen Valle, professora mestre de Português e doutoranda em Letras pela Universidade Mackenzie-SP. E-mail: clbvalle@uol.com.br

Acesse o link e veja a revista virtual:

http://www.profissaomestre.com.br/swf/2010/revista_pm.html

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Meio Ambiente

1ª Virada Sustentável de São Paulo


60 locais diferentes da cidade de São Paulo - Data: 4 e 5 de junho de 2011

Uma espécie de Virada Cultural com temas ligados ao meio ambiente e qualidade de vida. Terá mais de 300 atrações, em 60 locais diferentes da capital paulista. Entre eles estão sete parques, museus, estações de metrô, shoppings, cinemas, livrarias, além de outros pontos, como a Pinacoteca do Estado, o Mercado Municipal e a Estação Ciência.

A programação completa, com detalhes de horários e locais, disponível no site
http://www.viradasustentavel.com/

domingo, 29 de maio de 2011

CRIPTA Catedral da Sé

A CRIPTA
Nesse sábado, 28 de maio depois de meses resolvi fazer um TUR pela região central de S. Paulo, e como sempre há pontos turísticos centrais que não deixo de visitar; fazem 20 anos que de tempos e tempos, e sempre visito-os. Catedral da Sé é o primeiro ponto de visita, sempre. Nela o estilo Gótico faz com que eu mergulhe nas profundezas de minha miséria (o que não é do estilo Gótico) e me eleve às alturas celestes. Suas colunas, paredes e vitrais tiram toda minha existência e fazem com que Ele, Deus viva em mim.

 
Dessa vez a CRIPTA estava aberta para visita. Que maravilha! Nesses 20 anos que moro em S. Paulo essa foi a primeira vez que consegui visitá-la. Abaixo do altar mor, está situada a cripta, uma capela subterrânea, inaugurada em 1919, no mesmo estilo da Catedral. Ao redor de suas colunas e arestas, estão construídas as 30 câmaras mortuárias, destinadas a guardar os restos mortais dos arcebispos, além de duas personalidades históricas: Padre Feijó, regente do Império, e o Cacique Tibiriça, primeiro cidadão de Piratininga. Veja as fotos internas que registrei com meu celular.













domingo, 22 de maio de 2011

Legalizar a maconha.

Nesse final de semana o cartão postal de São Paulo, a av. Paulista foi palco de mais uma vergonha nacional.

Manifestantes favoráveis a liberação do consumo da maconha!
Manifestantes contra a liberação da maconha!
Poder Militar para manter a Ordem Pública!

Três ingredientes "misturáveis", porém [...] só pancadaria. O que houve seria mesmo um termômetro para que as autoridades competentes legalizem o uso da maconha? E, a ação policial? Será esta, a manifestação da vontade popular? Opiniões controversas sobre um tema que só passa pelas ruas e não pelas instâncias competentes. O que dizem os cientistas sobre o uso da maconha? O que dizem os usuários de crack, cocaína e outros que tiveram a maconha como ponte de passagem. O que dizem os pais de adolescentes e jovens que precisam financiar o consumo de drogas ilícitas para não verem seus filhos roubando para sustentar o vício? O que diriam os donos da boca de fumo (traficantes) seriam eles favoráveis à legalização? Como irão se sustentar?

A legalização de uma droga deve passar por uma discussão mais ampla, passar inclusive pela discussão do consumo de bebida alcoólica e pelo tabagismo, que já legalizadas para matar. Numa sociedade em que cada um é um, uma decisão favorável pelo consumo do que pode ameaçar a vida, não seria surpreza, afinal os remotos tempos de luta na Paulista por uma país justo, por salário, por emprego, por educação, por liberdade política e tantas outras necessidades humanas urbanas não fazem parte das mentes e dementes nos dias de hoje!

domingo, 15 de maio de 2011

A ORAÇÃO

A ORAÇÃO

Hoje trabalhei o tema Oração e Missa com o grupo de adultos que se prepara para o Batismo, Eucaristia, Penitência e/ ou Confirmação. O grupo é pequeno, mas com uma abertura e desejo de saber inconfundível. Nos olhos de cada um está o reflexo de uma Fé aberta e sedenta por SABER. Passo a redigir parte das ideias veiculadas com eles sobre o tema oração.

Refletimos que a Oração é uma experiência de RELAÇÃO. Da relação entre DEUS e o HOMEM. A iniciativa é sempre de Deus, porém pressupõe a tomada de decisão do homem; pré-disposição já incutida na natureza humana pelo desejo e busca de Deus. A RELAÇÃO entre Deus e o Homem na oração é manifestação da RELAÇÃO da TRINDADE SANTA. A RELAÇÃO entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo é a base que suscita e sustenta a oração. Pela oração nos colocamos em sintonia com esse mistério trinitário expresso pela criação, salvação e santificação. A ORAÇÃO é, pois o espaço de profunda relação do humano com o divino. Por isso, orar é muito mais que recitar fórmulas ou balbuciar expressões verbais. A oração exige profissão de Fé, requer CELEBRAR o que se crê e, sobretudo, VIVER o que se ora. É na relação do CRER com o CELEBRAR e o VIVER que penetramos no MISTÉRIO da TRINDADE SANTA. A oração é pois, uma RELAÇÃO VIVA e PESSOAL com o Deus VIVO E VERDADEIRO.

Tendo feito essas considerações refletimos sobre algumas características da ORAÇÃO:

BENDIÇÃO e ADORAÇÃO – Aqui há um profundo reconhecer do poder de Deus sobre o humano. Na bendição o homem responde a Deus e aos seus dons revelados é o movimento de bendizer Aquele que é a fonte de toda bênção. E, pela ADORAÇÃO reconhecemos a SOBERANIA do Deus que cremos e queremos servir. Adorá-lo é reconhecer que d’Ele viemos e para Ele voltaremos.

SÚPLICA – A oração de súplica é a que nos coloca em nosso verdadeiro lugar, o de criaturas e dependentes de nosso Criador. Nos colocamos suplicantes implorando o perdão de nossos pecados e certos que Ele atenderá nossas necessidades. Na oração de súplica não só pedimos pelas nossas misérias ou necessidades humanas, mas por ela manifestamos que estamos dispostos a fazer o REINO de Deus acontecer em nós e por nós.

INTERCESSÃO – Essa oração nos coloca não como mediadores, mas como participantes da vida divina em Jesus. A oração de INTERCESSÃO exige que estejamos mergulhados de corpo e alma no mistério do Deus que cremos e por isso, a Ele intercedemos por aqueles que nos pedem orações, inclusive pelos que nos perseguem.

AÇÃO DE GRAÇAS – Essa forma de oração está profundamente ligada ao mistério da EUCARISTIA. Assim como na Eucaristia = ação de graças pela VIDA, PAIXÃO, MORTE e RESSURREIÇÃO de Jesus, nossa oração de ação de graças deve estar pautada na disposição de em tudo dar graças, porque essa é a Vontade de Deus a nosso respeito e por assim afirmar Paulo: “Perseverai na Oração, vigilantes, com ação de graças” (Cl 4,2)

LOUVOR – Pela oração do louvor reconhecemos que Deus é Deus, de maneira menos pretensiosa de nossa parte. O louvamos pelo que Ele É e, não pelo que é capaz de fazer. A oração de louvor reúne todas as outras formas de orar e coloca-nos, de coração aberto e joelhos dobrados, diante do mistério Trinitário de nosso Deus.

Para terminar trago o conceito de Oração do CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA n° 2558 quando cita Sta. Teresinha do Menino Jesus:

“Para mim, a oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado ao céu, um grito de reconhecimento e amor no meio da provação ou no meio da alegria”

Sugestão para leitura: CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA – Parte IV a Oração Cristã; n°s 2558-2865.
J. A. Galiani

domingo, 8 de maio de 2011

Para minha mãe e todas as mães!


 MÃE!

Palavra pequena, mas grande de sentido!
Rezando a liturgia de hoje, 3º domingo de Páscoa,
ENCONTREI minha MÃE!

Rezei o Salmo 15,1-2a.5.7-8.9-10.11
Nele a imagem materna de Deus
Encontrei-te mãe! Obrigado!

Com o Salmista louvei a Deus porque você mãe
Ensinou-me o caminho para a vida;
Na tua doação e dedicação
Encontrei felicidade sem limites!

Assim como em Deus, em ti mãe
Sempre encontrei refúgio!
Posso até conquistar toda riqueza possível,
Mas em vós está todo o bem.


Em ti mãe, está toda minha esperança
toda minha história
Em tuas mãos está traçada.
Bendigo o Senhor,
pelos conselhos que me destes.
No anoitecer meu coração em ti
Me adverte!

Tê-la ao meu lado É segurança e, em Ti não vacilo.

Hoje dia das mães
Meu coração está em festa,
Minha alma rejubila de alegria
A distância que nos separa,
É por teu amor superada
e, tenho a certeza que
em Ti repouso e
estou livre de todo mal;


Mãe, obrigado
Você me ensinou o caminho para a vida;
Junto de você, felicidade sem limites,
Tê-la como minha mãe
É delícia eterna
É alegria infindável!

sexta-feira, 6 de maio de 2011